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Dicas - Cultivo de Tomate

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
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Comentários: 2
Dicas - Cultivo de Tomate

• Tomates preferem uma faixa de pH do solo de 6,0-6,8. Alguma doença pode ser causada por uma deficiência de cálcio que ocorre frequentemente em solos ácidos, ou durante períodos de tensão em solos com cálcio aparentemente suficiente.

•Para corrigir uma deficiência de cálcio: levar cerca de um galão (cerca de 4 litros) de água e uma colher de sopa (15 ml) de sumo de limão para ferver. Adicione seis colheres de sopa de farinha de osso na água, mexa bem, cozinhe por 30 minutos tapado para ajudar a dissolver. Deixe esfriar. A solução não pode ser completamente dissolvida, tudo bem. Alimentar cada planta em folhas e raízes com um quarto (cerca de 1 litro) de solução. Repetir o tratamento uma segunda vez em três a cinco dias. A farinha de ossos é rica em cálcio e fósforo.
• Use uma gaiola de tomate ou estacas de tomate depois da planta ter estado no chão por seis semanas para colher mais facilmente.

• Antes de definir o seu plantio no chão, jogue um punhado de material orgânico no fundo da sua cova de plantio. Como as raízes crescem e são muito profundas, vão buscar essa camada de nutrientes apenas em algum tempo para realmente aumentar a sua produção de frutas.


• A aquisição de plantas orgânicas no seu mercado local pode ajudar a garantir que sua planta esteja livre de pesticidas e outros (potencialmente) de produtos químicos nocivos.

• Você pode começar no início do ano, criando um efeito estufa temporário, fazendo ou comprando gaiolas cilíndricas de tomate feitas de material resistente. Use fio de vinil soldado revestido com um "x 5" 3 malha, 5 pés de altura e cerca de 1'6 "de diâmetro. Em seguida, pegar um pouco de plástico, resistente claro (disponível no centro do jardim) e colocá-lo de forma segura na gaiola. A húmidade é retida e as plantas são mantidas agradáveis e acolhedoras. Remover o plástico quando as plantas emergerem a partir do topo da gaiola ou começarem a formar fruta, o que ocorrer primeiro.

• Use chá de esterco para adubo. Se você tem acesso a estrume, você pode fazer o seu próprio adubo. Coloque o estrume na meia-calça ou pano de queijo. Coloque o "saco de chá" em um balde de 5 galões e encha o balde com água. Permita que o "chá" esteja em infusão por alguns dias. Dilua a 1:01 chá com água e dê às suas plantas uma bebida! Elas vão adorar. Se você estiver perto do mar, você também pode usar algas marinhas para o mesmo efeito.


Rua Direita

Título: Dicas - Cultivo de Tomate

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Kizua UriasKizua

    13-10-2014 às 14:20:07

    Obrigado pelas dicas de cultivo de tomate! Já tenho vontade de plantar tomates há muito tempo e vou conseguir realizar essa meta. É o meu desejo!

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    13-10-2014 às 14:17:08

    Quero muito cultivar tomate aqui na minha casa, mas ainda não tive condições. O cultivo de tomate traz grandes benefícios como economia no fim do mês!

    ¬ Responder

Comentários - Dicas - Cultivo de Tomate

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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