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Decoração tribal - renove a sua casa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Decoração
Visitas: 2
Decoração tribal - renove a sua casa

Está cansada da sua sala de estar? Parece-lhe monótona e ultrapassada? Móveis antigos e decoração que não combina consigo e com o que gostaria de ver na sua sala e surpreender os seus familiares e amigos? Isso pode acabar sem que precise dispender de muito dinheiro.

Procure uma loja de artesanato, uma feira ou uma superfície comercial que comercialize decoração tribal: animais, figuras esculpidas, poses guerreiras, instrumentos de guerra, peles sintéticas e máscaras. Depois, compre uma lata de tinta de cor suave e pinte 3 paredes, se a sua divisão tiver 4. Na outra parede, coloque papel de parede escuro com motivos florestais: folhas longas ou padrões próprios da selva ou da savana.

Enquanto reúne todas estas peças e motivos, compre algumas prateleiras e substitua os móveis mais antigos que lhe ocupam espaço e lhe retiram mobilidade. A sua sala ficará mais airosa e mais agradável, mais 'leve'.




Se o chão não combinar, coloque soalho castanho escuro ou uma tijoleira cor de barro. Tanto uma como outra servirão para ligar com os elementos que entretanto adquiriu. Coloque as prateleiras de cor escura (castanhas ou pretas) e escolha-as em diferentes tamanhos para poder distribui-las pelas paredes, conseguindo aliá-las aos elementos de decoração.

Agora que já tem o seu plano e objectivo bem definidos, aproveite uma ajuda extra para os trabalhos mais pesados ou para os quais sente que não tem tanto jeito. Oriente a disposição das prateleiras e lembre-se de que além dos elementos decorativos, haverá outros como a televisão, uma máquina de café, um conjunto de bebidas e copos que deverá conseguir combinar bem com o que escolheu para decorar.

Explore a luminosidade natural da sua sala de estar. Faça com que realce a decoração que escolheu. Escolha plantas de interior e saiba as suas características. Neste conjunto, plantas altas em vasos generosos em tamanho, com uma coloração barrenta ou rústica, darão o remate final à sua sala.
Finalmente, deixe o seu gosto falar mais alto. Disponha os elementos de decoração pelo seu espaço, procurando sempre a harmonia e a alegria em cada canto e crie um ambiente acolhedor e invulgarmente atraente para os seus serões familiares e entre amigos.


Ruben Duarte

Título: Decoração tribal - renove a sua casa

Autor: Ruben Duarte (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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