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A arte da decoração

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Decoração
Visitas: 87
Comentários: 5
A arte da decoração

Decorar é uma arte de ornamentar e embelezar um ambiente. Decoração ou design é uma técnica cenográfica visual e arquitetónica de composição e decoração de ambientes internos, ou seja, quartos, casas, escritórios, etc.

Decorar é uma arte de planejar e arranjar espaço, escolhendo ou combinando os elementos de um ambiente estabelecendo relações estéticas e funcionais. O designer de interiores projeta o ambiente, utilizando e combinando cores, materiais, texturas e dispondo móveis e acessórios. Eles estudam todos os detalhes, desde a área a ser criada ou reformulada, as obras a serem realizadas, o orçamento, e o cronograma da obra, desenha mobiliário e elementos que vão compor esse espaço, como a disposição dos móveis, escolhem os adornos e revestimento do piso, paredes e teto, sempre atento ao desejo do cliente, à estética e à funcionalidade do local.

Podem-se projetar também salas comerciais, residências, escritórios, bancos, consultórios, e lojas. Numa casa, devemos escolher as cores de acordo com o nosso gosto pessoal, mas devemos levar também em conta elementos e materiais de bom gosto, para que outras pessoas, também se sintam bem também em sua casa.

Deverá escolher cortinas que combinem com outras peças e cores presentes na divisão em questão, como com almofadas ou sofás. Unir a beleza, a criatividade, a funcionalidade e tecnologia, são palavras que devemos usar na hora de trabalhar na iluminação de uma casa é através dela que criamos cenários, destacamos móveis, quadros, e detalhes que mais gostamos, e que transmitimos ambientes diferentes conforme a nossa disposição ou conforme a ocasião.

Existem pessoas que são sensíveis à claridade, outras que não toleram luzes diretas, outras tem pavor ao escuro. Uma iluminação bem estudada, faz milagres, deixando o ambiente ou divisão em questão, alegre e descontraído, as atenção porque também pode, com ela destruir um ambiente. Uma iluminação bem estudada pode deixar um ambiente alegre, triste, romântico, ou em clima de festa.

A cozinha é o lugar em que mais é visitado numa casa, portanto devemos aproveitar todo o espaço que tivermos, os moveis de uma cozinha devem ser embutidos, para ter maior espaço possível, suas cores devem ser de descontração e estimulação do convívio das pessoas. Fuja aos armários de madeira castanha, se planeia fazer uma renovação veja o cozinhas mais modernas, com cores vibrantes e com linhas e estilos mais modernos.

Uma vez que os quartos são um lugar de descanso, onde o aconchego e a tranquilidade são primordiais, suas cores devem ser suaves, Trazendo descanso, e calma. Quando se realiza ou idealiza um quarto, deve-se sempre tentar trabalhar com cores relaxantes e que não se tornem um choque sensorial.

Devido o crescimento de habitantes no mundo inteiro, hoje os apartamentos e casas sempre são de tamanho bem menor que os de antigamente, e com isso temos de nos habituar com menos espaço e ambientes funcionais e adaptação de moveis e espaço. Decorar um ambiente é também lembrar flores, e quadros, que podem dar um toque de requinte ao ambiente.


Waldiney Melo

Título: A arte da decoração

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 87

794 

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 22:09:01

    eu gostava de ter um dom de saber decorar, mas não tenho. sei os básicos para uma casa estar habitável. adoro ver os programas que abordam esses temas: como decorar a casa, que técnicas utilizar, quais os melhores materiais para determinada divisão, etc. as cores das paredes são sempre ao meu gosto, nem podia ser de outra maneira, assim como os cortinados. a casa é o nosso lar, e devemos conservá-lo sempre ao nosso gosto.

    ¬ Responder
  • flavia

    09-08-2012 às 19:51:13

    isso me cervira muito para um trablho escolar amei

    ¬ Responder
  • TiagoTiago

    11-07-2012 às 02:58:20

    Parabéns pelo artigo, para mais dicas de decoração e modelos de móveis finos, confiram o artigo abaixo:

    www.casabelainteriores.com

    ¬ Responder
  • lucaslucas

    28-11-2011 às 12:05:35

    açhei muito chatoe que eu estou procurando uma coisa chamada a arte da decoraçao para um trabalho e isso tem nada a ver poh

    ¬ Responder
  • tatytaty

    04-03-2011 às 02:06:31

    Adoro tudo que diz respeito a decoracao gostaria de fazer um curso especifeco mande algumas dicas para mim estou construindo e preciso decorar

    ¬ Responder

Comentários - A arte da decoração

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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