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Biombos: Vamos jogar às escondidas

Categoria: Decoração
Comentários: 5
Biombos: Vamos jogar às escondidas

Estruturas arquitectónicas maravilhosamente concebidas, os biombos tanto dão para brincar às escondidas como às descobertas, tais podem ser as surpresas que albergam.

O que se encontra atrás de um biombo é sempre uma incógnita. Ainda que, por vezes, se desenrole ali uma espécie de jogo de sombras chinesas, que o suspense torna mais apetecível.

Os biombos sociais separam ricos de pobres, cultos de ignorantes, citadinos de pacóvios, … Já os políticos são moldados no sentido de ocultar fraudes e dissimulações, falsidade, contas públicas reais e o descontentamento do povo.

Os biombos do machismo e do feminismo tendem a mascarar e reverter direitos e deveres que, ao fim e ao cabo, são exactamente iguais. Os familiares, por seu turno, pretendem camuflar realidades de todos conhecidas e/ou vivenciadas, embora hipoteticamente não assumidas.

Finalmente, os biombos hospitalares desmascaram a doença, a nu, geralmente em cima de uma marquesa, sem que sequer se questione o paciente acerca das suas preferências estadísticas (então se a pessoa é republicana tem agora de estar deitada sobre uma marquesa?!...).

Seja como for, o importante é que cada um encontre os seus biombos na vida, de modo a proteger o seu espaço, para que, em caso algum, se torne o “b(i)ombo” da festa!


Rua Direita

Título: Biombos: Vamos jogar às escondidas

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Wallace RandalWallace Randal

    09-10-2012 às 12:58:52

    Machismo e feminismo não são opostos. O feminismo luta pela igualdade de gênero, pelos direitos seja da mulher ou do homem. A frase no texto não ficou clara, colocando os dois termos no mesmo patamar. Todos nos temos nosso biombos, não há dúvidas. Lidar com os biombos alheios pode ser uma experiência não muito agradável. Continue a escrever, Rua Direita! Promover o conhecimento é muito importante, ainda mais de forma acessível e de qualidade.

    ¬ Responder
  • Ana SebastiãoAna Sebastião

    09-10-2012 às 11:45:44

    Gostei do paralelismo dos biombos face às realidades de cada um na vida quotidiana. Com quantos biombos nos depararemos? Quantas questões se levantarão à nossa curta caminhada pelos meandros vida terrena? Quantas duvidais? Quantas ilusões? Naturalmente muitas são os biombos que se nos levantam, e muitas as realidades que se nos descobrem quando os afastamos, o que na realidade importa é que assumamos uma posição de corajosos descobridores, confiantes no que de bom poderemos encontrar.

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    08-10-2012 às 21:53:49

    Os biombos começaram por ser uma peça fundamental servindo como separação entre dois espaços. No entanto e com o passar do tempo, os biombos passaram a fazer parte da decoração e muitos são aqueles que não imaginam um espaço em casa sem ter um. Confesso que não sou uma apaixonada por biombos, mas se designe em ferro forjado aliado a um bonito pano fizerem as delicias, sou suspeita e deixo-me encantar.

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    08-10-2012 às 20:50:09

    eu adoro biombos, sou mesmo uma fanática e gosto de ir ao Museu do Oriente e a ficar a deslumbrar as figuras que aparecem e desaparecem do plano.gostava de ter muito um em casa, mas às vezes isso não é possível pelo simples facto que é muito caro. eu até compreendo porque: são objectos lindíssimos que podemos usar como exemplo a demarcar várias zonas distintas da casa. claro que copiei esta ideia de uma revista.

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    08-10-2012 às 19:24:29

    existem biombos mesmo bonitos, para decoração são imensos os procurados, para alguns lugares da casa, fazendo algumas formas interessantes e que sim, dão para jogar às escondidas, quem não se escondeu atrás de um quando era pequeno?eheh.. instrumento de brincadeira por vezes por parte dos pequenos e decoração para os grandes.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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