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Decoraçao De Interiores

Categoria: Decoração
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Decoraçao De Interiores

Se você já se cansou das paredes lisas e sem graça da sua casa, ou simplesmente sente vontade de mudá-las por algo com mais textura. O que você está esperando para mudá-las?

As paredes contribuem muito com a decoração e conforto do seu lar, lhe permite jogar com a luz e a sensação de espaço, você pode criar estilos e se focar nos detalhes criando um desenho único.

Nesta ocasião vamos nos concentrar na pintura das paredes, com várias técnicas com as que você poderá usar para decorar por sua conta o espaço.

Esponjado:
Esta técnica se realiza ao dar suaves golpes sobre a parede com a ajuda de uma esponja com tinta. A parede que você vai mudar deve estar previamente pintada com tinta a base de água ou mare e deve estar seca antes de começar a aplicação.

A tinta da esponja deve ser diluída com água e devemos nos certificar de que não goteie ao molhar a esponja para conseguir o efeito desejado.

Gotelê:
É o acabado que se caracteriza pelo efeito do relevo em forma de gotas, se realiza com tinta a base de água ou plástica. Existem diversas técnicas caseiras para realizá-lo, a maioria utiliza tintas grossas ou ásperas com aplicações de rolo ou escovas de plástico.

Trapeado:
Esta técnica é muito simples: deve se aplicar sobre a parede, tinta com um pincel e expandi-la com um pano ou um pedaço de tecido áspero.

Marmorizado:
Também existem técnicas que buscam imitar alguns materiais, como o caso do marmorizado, no qual consiste em primeiro lugar ter a superfície de uma cor lisa, depois deve se passar um pano evitando que fique uniforme antes que seque e finalmente desenhar linhas finas com um pincel fino para assemelhar o mármore, borrar as linhas para que fique mais real.

Esta técnica é um jogo de contrastes, você só precisará molhar o pincel com tinta e esfregar com outro pincel seco salpicando então sobre a parede, o resultado fica ainda melhor quando as cores de ambas as tintas contrastam.

Estucado:
Para a técnica do estucado se usa uma pasta feita de cal e mármore pulverizado, você deve envernizar com aguarrás ao terminar de aplicá-lo.

Craquelado:
Consiste em misturar pó de giz e tinta acrílica obtendo assim um acabado com efeito de rachaduras.

Espalhado:
Na técnica de espalhado podemos imprimir a ilustração que quisermos se recorta um molde de metal com a forma que se busque fazer, aplica-se a tinta e com cuidado se retira o molde.

Estas são algumas técnicas que lhe darão um toque diferente e único as suas paredes. Lembre-se de consultar nas lojas especializados os produtos que mais se aproximem dos resultados que você busca.


Miguel Pereira

Título: Decoraçao De Interiores

Autor: Miguel Pereira (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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