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Como pendurar um candeeiro

Categoria: Decoração
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Como pendurar um candeeiro

Um candeeiro é um utensílio usado para iluminação, podendo ser abastecido por gás, eletricidade ou petróleo. Os candeeiros apresentam-se em variados modelos para serem instalados em pé ou pendurados no teto. São utilizados em vias públicas, tetos de diferentes estabelecimentos ou em mesas. Esses utensílios são facilmente encontrados no meio rural como fonte de iluminação e no meio urbano como forma decorativa em substituição às lâmpadas tradicionais.

Em residências ou ambientes comerciais os candeeiros são fixados principalmente nas divisões a fim de iluminar os ambientes. Essas peças, além de iluminarem, deixam os ambientes em que se encontram mais agradáveis. Além de alguns modelos transformarem os cômodos, dando um ar mais rústico.

Para pendurar os candeeiros de teto, deve-se primeiramente fazer furos nas paredes com o uso de furadeiras para aplicação de buchas para instalação e através de ganchos roscados em ambientes de madeira ou alvenaria. Para fazer a perfuração é adequado tomar algumas providências prévias para evitar transtornos posteriores. Desligar o disjuntor e verificar na planta se não há encanação ou tubos e cabos pelo local em que se pretende pendurar o candeeiro. Também é fundamental posicionar os furos de acordo com o posicionamento da lâmpada no teto, medindo adequadamente o espaço com o uso de uma fita métrica. Depois é necessário fazer a perfuração, aplicar as buchas e os ganchos, em casa de tetos de alvenaria. Em tetos de madeira o mais indicado, dependendo do material do candeeiro é usar apenas os ganchos. Por último, coloca-se o candeeiro e pode-se ligá-lo.

Para ligar o candeeiro também é importante seguir alguns passos e precauções. Uma precaução importante é verificar com um detector de tensão se não está passando corrente no cabo. Depois de visto isso, pode-se instalar os condutores ao terminal. Normalmente os condutores do cabo elétrico são dois ou três e cada um possui uma cor diferente: azul, preto ou marrom e em alguns, há verde-amarelo.

O condutor preto ou marrom é o que conduz a corrente elétrica da rede de eletricidade até a lâmpada. Já o condutor azul faz o processo inverso, isto é, conduz a corrente elétrica da lâmpada para a rede de eletricidade. E, por fim, o verde-amarelo, quando está presente, é o condutor de proteção. Por lei ele não é um condutor obrigatório. Contudo é importante observar as instruções de instalação contidas no manual do produto a fim de verificar os dados.

Para fazer a instalação é necessário ligar os condutores ao terminal seguindo as cores, ou seja, preto com preto, azul com azul e o verde-amarelo. Se no terminal não tiver um local específico para este condutor de proteção, é preciso deixá-lo em posição afastada do terminal. Depois de estarem os condutores bem fixados ao terminal, pode-se ligar novamente os disjuntores e ligar o candeeiro para ver seu funcionamento, utilizando-o a partir daí.

Há candeeiros de design e preços diversificados de acordo com gostos igualmente variados. Eles são uma alternativa de versatilidade e algumas marcas são modelos de economia. Alguns modelos podem ser colocados mais próximos à mesa de jantar, à altura da cabeça, dando um charme a mais no local das refeições ou em locais maiores. Nos corredores podem ser colocados um ao lado do outro ou um atrás do outro para uma melhor iluminação e uma harmonia no ambiente.


Rosana Fernandes

Título: Como pendurar um candeeiro

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Imagem por: suzettesuzette

Comentários - Como pendurar um candeeiro

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Imagem por: suzettesuzette

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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