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O Grande Regresso de Mika com «The Origin of Love»

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Música
Comentários: 3
O Grande Regresso de Mika com «The Origin of Love»

O multiplatinado artista libanês regressou com o lançamento do novo album «The Origin of Love», editado por Island Records, no dia 24 de setembro de 2012.
«The Origin of Love» é o terceiro registo de Mika e o sucessor de «The Boy Who Knew Too Much», que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.
«Celebrate» será o tema de apresentação do novo disco, composto por Mika e Pharrell Williams, produzido por Nick Littlemore, dos Empire of the Sun, e que conta com Pharrell também nas vozes.

Para além de Nick Littlemore e Pharrell Williams, Mika trabalhou também com William Orbit, Benny Benassi, FrYars, Greg Wells (Katy Perry, Adele), Klas Ahlund (Robyn) e colaborou, ainda, com alguns músicos sem contrato, que o próprio autor descobriu online.
Totalmente criado e imaginado por Mika, «The Origin of Love» é o resultado de dois anos de intenso trabalho, período durante o qual o artista reuniu todas as peças, ao viajar pelo mundo inteiro, para congregar um extenso elenco de colaboradores.



Mika revelou acreditar que o seu álbum, «The Origin Of Love», acaba com o modelo atual das canções pop.
Segundo o cantor, «The Origin Of Love» obteve a sua inspiração após a sua irmã, Paloma Penniman, cair do seu apartamento de uma altura de 15 metros em cima de uma grade, em 2010. Desde então, Paloma recuperou e a situação fez Mika superar o seu bloqueio.

Mika passou a maior parte de 2010 e 2011 numa digressão mundial, que o levou a esgotar concertos por toda a Europa, Ásia e América do Norte. No próximo mês de julho vai regressar aos palcos, com um espetáculo marcado em Londres, no dia 26.

«Este single é o que acontece quando se junta uma pessoa com 22 anos, que descobri online – FrYars –, com os incríveis Nick Littlemore e Pharrell Williams», afirma Mika sobre «Celebrate», citado na nota enviada à imprensa pela editora.
«Escrito por mim, pelo Pharrell e pelo FrYars e produzido pelo Nick, este tipo de união só é possível quando toda a gente se entrega totalmente a alguma coisa, apenas para se divertir, deixando os egos de lado. Esta atitude aberta e coletiva é a peça central de “The Origin of Love”. É um álbum de tresloucadas canções de amor e de tolerância. Foi gravado em Miami e Londres, mas, sobretudo, no estúdio que o FrYars tem no seu quarto, no Norte de Londres», confessa.


Mariana Monteiro

Título: O Grande Regresso de Mika com «The Origin of Love»

Autor: Mariana Monteiro (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoguida

    17-06-2014 às 23:00:39

    ai ...ai...que borracho eu amo ele e claro a musica também...I love You Mika!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTeresa

    04-11-2012 às 10:18:30

    Eu adorei Texto e adoro Mika ....obrigado mariana

    ¬ Responder
  • Mariana MonteiroMariana Monteiro

    11-11-2012 às 07:46:18

    Obrigado Teresa. Também adoro Mika!
    Sempre que souber uma grande noticia nova deste grande musico eu escrevo.

    ¬ Responder

Comentários - O Grande Regresso de Mika com «The Origin of Love»

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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