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A Música É...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Música
Visitas: 2
A Música É...

Aprendi há muitos anos atrás que a musica é uma arte, uma arte capaz de encantar pessoas de todas as gerações desde o início das gentes no mundo. Desde sempre as pessoas combinaram sons com silêncio e criaram melodias, ora isto nada mais é do que musica.

Ao longo dos vários séculos e milénios até foram criadas, inventadas novas formas de fazer musica, instrumentos musicais, técnicas vocais, enfim como em todas as áreas das nossas vidas, equipamentos modernos para fazer o mesmo de sempre, só que neste caso específico, referimo-nos a musica.

Apesar disto, continuamos a ver as pessoas motivadas a criar e a inspirar-se na natureza para construir as suas musicas e não foi há muito, talvez também não tão pouco, que vi um grupo com pedras nas mãos, seixos do fundo de um ribeiro qualquer acompanhando os seus cantos e dando-lhes um encanto peculiar. Há algum tempo também vi um homem e ouvi-o também tirando um choro digno de um violino, de um simples serrote… por vezes não temos nada nas mãos mas utilizamos o que temos e fazemos quanto mais não seja ritmo com as nossas próprias mãos batucando em qualquer coisa ou batendo palmas e acompanhamos a nossa própria canção.

Por tudo isto, a musica é algo que exprime para o mundo aquilo que nos vai na alma, transpondo para o palco da vida as alegrias ou tristezas que nos atropelam os corações… outras vezes porém a musica que sai das nossas bocas e das nossas expressões também não transmite alguma tristeza que possamos ter, mas como diz o povo, quem canta seu mal espante, e é bem verdade, usamos a música como um instrumento para erradicar as tristezas que não têm ordem de permanência nos nossos rostos, que sempre apresentam um sorriso quer a alegria esteja lá, ou não…

A música é finalmente uma expressão através da qual podemos passar uma mensagem, seja ela qual for, e na sua evolução ao longo dos tempos, tem sido notórias mensagens diversas que têm sido transmitidas…

Em Portugal, a musica faz mesmo parte da História quando uma canção tocada na rádio fez sair um exército para uma revolução de paz! Uma revolução que começa com música e acaba com flores, é sem dúvida o rosto do povo português!

Música, uma arte ancestral que eleva as nossas mentes e os nossos corações trazendo até nos uma série de emoções que nos fazem sorrir.


Ana Sebastião

Título: A Música É...

Autor: Ana Sebastião (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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