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O seguro morreu de velho...

Categoria: Seguros
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Comentários: 1
O seguro morreu de velho...

Quando se decide fazer um seguro é porque se pretende garantir alguma coisa, normalmente a cobertura, total ou parcial, de estragos, roubos, acidentes, incêndios e demais vicissitudes inesperadas que comprometam o património pessoal. Como tal, é desejável que se cumpra a máxima de que «o seguro morreu de velho», que é como quem diz que se prefere pagar durante algum tempo, ou mesmo toda a vida, uma apólice e nunca precisar de reclamar os direitos que ela confere do que ver-se na iminência de recorrer à seguradora que a detém. Todavia, os seguros garantem, ou devem garantir, apenas a parte material dos possíveis infortúnios; quanto à afectação psicológica e/ou emocional que eles acarretam, o máximo que se pode ver assegurado é o acompanhamento profissional por especialistas.

Não obstante, regra geral, os convénios e as burocracias são de tal maneira impraticáveis que muitas pessoas, cansadas, doentes, exauridas, acabam por desistir daquilo que, por lei, lhes seria devido. Por outro lado, muita gente confia no mediador e não lê, no acto do contrato que está a estabelecer, aquelas letrinhas minúsculas em rodapé ou noutro local da folha mais fora de vista (nisto o marketing é expert), de modo que essas cláusulas, não raras vezes contendo o essencial do acordo ou, no mínimo, condições e detalhes de extrema relevância, são literalmente ignoradas pelo cliente que as assina.

A atenção a todas as palavras, e até letras, assim como ao verdadeiro sentido do que aparece escrito é fundamental para não se ser induzido em erro. Relativamente aos textos porventura mais complicados, convém pedir explicações objectivas e tão simplificadas quanto necessário, até que não restem dúvidas ou eventuais interpretações dúbias. A bem da verdade, já que aparentam querer poupar papel, aproveitando todos os cantinhos para exibir informação em tamanho reduzido, as agências de seguros deviam, por uma questão de honestidade e justiça, fornecer, a título de empréstimo ou de oferta, umas lupas. Desta forma, estar-se-ia diante de um estudo à lupa, isto é, completo e pormenorizado dos documentos em causa, evitando cair no “conto do vigário” ou permitir a exploração descarada por entidades pouco ou nada escrupulosas.

Há vários tipos de seguros, que têm por objecto o automóvel, a habitação, a empresa, a saúde, viagens, peritagens e a própria vida. Alguns destes são obrigatórios, e decorrem de outros contratos, como por exemplo empréstimos bancários, outros são opção de salvaguarda. Independentemente do que se deseje acautelar, o importante é sempre certificar-se de que o contratante e o contratado falam a mesma “língua” e não haja equívocos de qualquer ordem.

Maria Bijóias

Título: O seguro morreu de velho...

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 23:08:34

    É sempre bom se resguardar de ofertas muito baratas de seguros bem como aqueles onde há muitas promessas. Cuidado!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O seguro morreu de velho...

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Faça você mesmo a revisão do seu automóvel e poupe dinheiro em oficinas. Primeiro verifique com a ajuda de outra pessoa a iluminação exterior. Uma pessoa fica no interior do carro e liga as luzes, verifique á frente os mínimos, os médios, os máximos e os piscas. Depois atrás verifique os mínimos os stop a marcha atrás e o farol de nevoeiro.

A seguir verifique a iluminação do interior do veículo e do painel de instrumentos e a afinação do travão de mão.

Agora está na hora de verificar os filtros de ar, gasóleo e habitáculo. Dependendo da utilização eles podem fazer em média 40.00km, se estiverem sujos substitua-os por novos.

A seguir vem a mudança do óleo este em geral pode-se retirar pelo bujão de vazamento do cárter, convém substituir a anilha e o filtro de óleo. O óleo novo deve respeitar as especificações do fabricante, verificar no livro de manual de utilizador do veículo os litros de óleo do motor. Meter o óleo novo pelo bucal superior do motor com a ajuda de um funil, o nível do óleo não pode ultrapassar o máximo. Se não sabe a quantidade de óleo deite 4 litros e depois verifique o nível pela vareta de verificação de nível e vá deitando até chegar ao nível certo.

Agora é preciso verificar as pastilhas de travões, hoje em dia como quase todos os veículos têm jantes especiais consegue verificar sem desmontar as rodas. Substituir se necessário as pastilhas, ao desmontar repare como desmonta para depois voltar a montar tudo de novo. Por fim verifique a pressão dos pneus com um manómetro, a pressão indicada varia de carro pra carro se não sabe a pressão indicada ponha 2.2bar que é em média a pressão que todos utilizam.

Convém dizer que qualquer material que precise basta procurar numa loja de peças auto próxima de si ou então encomendar via net pois existem vários sites especializados em peças e materiais de manutenção auto. Vai ver que não custa nada se eu aprendi você também pode aprender e além disso fica a conhecer melhor o seu carro.

Com isto tudo pode poupar em média 200€ por cada revisão.
Obrigado e até a próxima.

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 04:55:10

    Há inúmeros benefícios para fazer a manutenção do automóvel, pois isso garante melhor preservação do veículo e se prolonga o uso por muitos e muitos anos.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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