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Poupe dinheiro no seu seguro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Seguros
Comentários: 1
Poupe dinheiro no seu seguro

O aparecimento das operadores de seguros virtuais e telefónicas vieram tornar os preços de seguros mais agradáveis, e quem ficou a ganhar foram os consumidores, uma vez que as tradicionais companhias de seguros se viram na iminência de baixar preços e oferecer pacotes promocionais, a fim de manterem os seus clientes e angariar novos.

No seguro automóvel, uma das coberturas obrigatórias é a de responsabilidade civil, sendo a sua apólice definida por lei e, portanto, igual para todas as seguradoras. As coberturas opcionais, contudo, já são bastante variáveis e o interesse em contratá-las muda de pessoa para pessoa e até com as circunstâncias da vida. A verdade é que um seguro automóvel constitui um assunto demasiado importante para que as decisões se tomem de ânimo leve.

As companhias de seguros costumam beneficiar os clientes que não apresentem acidentes durante algum tempo, agravando as apólices dos que participam mais em sinistros. Assim, o melhor é esforçar-se por estar cinco anos sem qualquer problema e, se já é esse o caso, há que reclamar os próprios direitos.

Não comprar coberturas desnecessárias é outra dica de poupança. Carros novos e com elevado valor comercial podem valer determinadas coberturas opcionais, mas para um automóvel usado é suficiente manter apenas o seguro obrigatório. Paralelamente, um veículo bem equipado em termos de segurança, com airbags, sistema de travagem avançado e outros acessórios similares, beneficiará de uma redução no seguro, dado que no cálculo do preço da apólice as seguradoras têm também em conta o risco de acidente. Por outro lado, aos carros mais baratos correspondem seguros mais baixos, pois, para além de possuírem valor comercial inferior, revelam-se de pouca apetência para os ladrões. Deste modo, automóveis de gamas mais altas pagam seguros em conformidade. O segredo é comprar caros mais baratos!

Quando já se tem, por exemplo, seguro de saúde ou de vida, não vale a pena duplicar essa cobertura subscrevendo cláusulas opcionais da mesma natureza no seguro automóvel. Juntar todos os seguros de veículos (e outros eventuais, incluindo produtos financeiros) numa única companhia constitui, igualmente, uma maneira de incrementar o poder negocial e de reivindicar montantes mais simpáticos.

Como em tudo, a informação é a melhor arma de defesa. Efetivamente, existem diversos descontos (para idosos, mulheres, jovens, bom comportamento, acordos com empresas, …), de que, amiúde, nem se chega a tomar conhecimento. Andar de transportes públicos é um meio de poder beneficiar de um destes descontos, acordando uma apólice para veículos que fazem poucos quilómetros por ano.

No que respeita ao seguro de vida, o facto de não fumar é passível de reduzir a prestação em 50 por cento! Ter uma vida saudável e não ostentar excesso de peso representam, identicamente, vantagens no contrato, assim como pagar o seguro anualmente em vez de ter um contrato mensal.

Em qualquer seguro, é preciso ter cuidado com as franquias (o valor que as seguradoras não pagam) das coberturas opcionais, inteirando-se das respetivas somas e condições para todas elas. Há, geralmente, a opção de pagar mais franquia para baixar o prémio, mas o risco associado ante alguma contingência é maior. De salientar que é possível deduzir as despesas de alguns seguros nos impostos, sendo possível recuperar parte do dinheiro dispendido.


Maria Bijóias

Título: Poupe dinheiro no seu seguro

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 17:20:45

    Adorei as dicas. Nos dias de hoje é muito importante pouparmos dinheiro em tudo, inclusive, no seguro seja qual for o tipo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Poupe dinheiro no seu seguro

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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