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A importância de um seguro na sua habitação

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Seguros
Comentários: 1
A importância de um seguro na sua habitação

O objetivo da grande maioria das pessoas que estão no mundo do trabalho é adquirir os meios necessários para a compra de uma casa, carro e móveis. No entanto com o constante aumento do custo de vida torna-se por vezes difícil de os obter sem recurso ao crédito.

Este facto faz com que seja necessário escolher o banco ou serviço que ofereça as melhores condições e facilidades de pagamento.

Depois de se efetuar uma pesquisa criteriosa de várias simulações, convêm ter em linha de conta que não se deve ultrapassar um terço do montante do rendimento mensal para se terem recursos para as despesas dos bens essenciais, como alimentação, vestuário, despesas de luz, água e gás e outras de necessidade premente.

Deste modo é de extrema importância ter um reforço de dinheiro numa conta poupança ou plano poupança reforma a fim de garantir o futuro. Se por um lado ter um imóvel próprio sem ter que andar com arrendamentos é bom, por outro não se deve descuidar as necessidades básicas em função deste.

Deve ainda evitar-se o facto desagradável de se acumularem as prestações ou mesmo ter de o vender. A solução passa por escolher de acordo com as possibilidades que se tem e não por ser moda comprar casa ou outro imóvel. Como hoje em dia as facilidades de recurso ao crédito são bastantes e atrativas torna-se útil aproveitá-las sem cair em abusos de ter vários créditos.

Deste modo os juros acumulam tornando muito difícil o seu pagamento. As despesas com habitação constituem uma fatia considerável do orçamento cabendo a cada um decidir a quantia que deve disponibilizar para esta sem ter que cortar nas outras. É importante fazer sempre um seguro de vida e outro contra incêndios e roubos.

Deste modo assegura a sua proteção e segurança em caso de risco de morte ou roubos muito comuns na época atual.

No que diz respeito a estes serviços existe uma enorme variedade de escolha de seguradoras que estão normalmente associadas aos bancos que fazem os empréstimos.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A importância de um seguro na sua habitação

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 16:57:33

    Boas informações que nos faz refletir em quão bom é ter um seguro habitacional. Gostei do texto, bem esclarecedor e útil!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - A importância de um seguro na sua habitação

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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