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Quem não tem um seguro!?

Categoria: Seguros
Comentários: 1
Quem não tem um seguro!?

Hoje em dia poucas são as pessoas que não têm um seguro. Quer seja de vida, de saúde, de reforma, de acidentes pessoais… enfim, há seguros para tudo. Os mais conhecidos são os seguros automóveis, isto porque são os obrigatórios, porém parece que existe cada vez mais a necessidade de prever o que possa acontecer de negativo e com isso, assistiu-se a um crescer desenfreado de situações a poderem estar protegidas pelos seguros.

As empresas criaram slogans onde levam as pessoas a acreditarem que se preocupam com a sua segurança e bem-estar. Este é um negócio que tem vindo a crescer de forma acelerada e com muita aceitação por parte das sociedades.

Actualmente são poucas as coisas que não estão seguradas. Bateu com o carro? Não há problema o seguro cobre a despesa. Precisa de ir a uma consulta médica especializada? O seguro permite-lhe isso por um preço mais acessível. Teve um acidente de trabalho? Não se preocupe que a empresa deve ter um seguro para tal e ainda recebe uma indemnização.

Os seguros são certamente a nova invenção do século e também a maior fonte de negócio, porque ter um seguro implica um contrato e o pagamento dos serviços que se subscrevem.

Mas nos dias de hoje, quem é que arrisca não ter um seguro? A verdade é que inconscientemente, ter um seguro dá-nos tranquilidade e segurança para viver o dia-a-dia.


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Título: Quem não tem um seguro!?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 23:16:42

    Para tudo há um seguro disponível. Tem as suas vantagens e também as desvantagens. Mas, acredita-se que há muito mais vantagens em adquirir um seguro seja qual for.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Quem não tem um seguro!?

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Fine and Mellow

Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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