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Espartilho: um toque de sedução

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Comentários: 1
Espartilho: um toque de sedução

O espartilho nasceu por volta do século xv, o propósito era o de modelar, elevar a postura e dar melhor suporte aos seios . O espartilho foi muito usado para afinar a sintura, era ajustado ao máximo para que a silueta da cintura ficasse com boa curva, muitas mal repiravam, com o surgimento do sutiã, foi-se deixando o hábito de usar espartilhos.
Com o passar do tempo, o espartilho sofreu mudanças, tanto na fabricação como no estilo .

Hoje o uso do espartilho permeia a sedução, um toque sensual que se usado com ligas e combinado com o biquini certo, fica arrasador.

Essa peça deveria fazer parte do guarda roupas de todas, visto que, até nas revistas que fazem fotos provocantes com suas modelos, escolhem o espartilho .

Além de ser uma peça provocante é bastante atual, sem essa de ficar pensando que isso é coisa medieval . Os espartilhos mudaram muito, são modelos variados com abertura lateral, fechamento com cordões nas costas, ilhóses, e abas a seu gosto, as cores também variam .

Ainda tem pessoas que acreditam que só nos filmes ou revistas se usa espartilho, ou que para compra-lo é preciso ir ao sex shop . É fato que apesar da época em que vivemos, muitas mulhere ssentem-se constrangidas só de pensar em entrar num sex shop, vamos respeitar esse ponto de vista e informar: Se tem vontade, se quer experimentar, se pretende comprar um espartilho, há muitas lojas, quer sejam virtuais ou fixa, que comercializam essa lingerie, sem falar nos catálogos.

Ousar, surpreender, desfrutar da sensualidade que cada uma possui dentro de si, é um direito, deixar aflorar a sedução com requinte, suavidade e bom gosto, melhor ainda.
Mas entenda, o que aqui expresso, vai alé da intenção de apenas seduzir, é usar e abusar do espartilho em favor de si, não necessáriamente usa-lo apenas para mostrar a pessoa com quem se relaciona e sim sentir-se bem, usa-lo também sob a roupa e ter em mente que, mais importante que alguém ver ou exibir para o outro é, sentir-se agradávelmente linda, charmosa, e por que não; com com uma bela silhueta (sem apertar muito, você precisa respirar e bem ).

Voltando ao assunto sedução, provoque o quanto quiser, experimente adicionar essa peça aos momentos em que cada um deixa fluir o seu melhor e arrase, sabemos o quanto a combinar espartilho e sensualidade faz bem quando assim queremos.


Sílvia Baptista

Título: Espartilho: um toque de sedução

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: Markiza

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    21-08-2014 às 04:57:23

    Concordo plenamente com seu texto! Um espartilho deixa a mulher mais sensual, charmosa e sedutora. Tem que ter no vestuário de toda mulher, ainda mais que a cintura e o corpo ficam bem modelados. Lindíssimoooo!

    ¬ Responder

Comentários - Espartilho: um toque de sedução

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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