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Seguro de acidentes pessoal

Categoria: Seguros
Comentários: 1
Seguro de acidentes pessoal

Todos nós estamos expostos a uma grande diversidade de perigos, no trabalho e no lazer. Eles espreitam-nos no trajecto de casa para o trabalho e vice-versa, no meio do trânsito infernal, em transportes particulares, ou colectivos, nos passeios, a atravessar uma passadeira para peões, no cinema, discoteca e tantos outros.

Por este motivo é conveniente subscrever sempre um seguro de acidentes pessoais, numa seguradora, para viver com mais tranquilidade e segurança no dia-a-dia.

Estes cobrem o trabalho por conta próprio e o trabalho por conta de outrem e os acidentes no próprio lazer.

As seguradoras cobrem estes acidentes durante vinte e quatro horas por dia e inclusive despesas com o internamento.

Os imprevistos da vida acontecem a qualquer um sendo estes seguros que garantem as indemnizações em caso de incapacidade temporária ou permanente. Inclusive pagam aos beneficiários em caso de morte. Por exemplo se o acidente levar á morte os filhos têm direito a receber uma indemnização para a sua sobrevivência.

Deste modo vale a pena prevenir os riscos com a subscrição de uma apólice numa seguradora pois os seus benefícios são muito superiores ao que se paga mensalmente.

Não são só fonte de preocupação os acidentes de carro mas também outros que muitas vezes acontecem na escada, no elevador, na garagem etc.

Como existe uma grande diversidade de seguradoras que oferecem todo o ti+o de seguros convêm escolher a que mais se ajuste ao rendimento mensal. Devem ainda ser ponderadas os montantes que oferecem em caso de acidentes ou incapacidades.

Muitas vezes basta o facto de se estar em casa ou na garagem para acontecer um imprevisto e os seguros de automóvel ou habitação que quase toda a gente tem não concedem cobertura monetária para este tipo de situação. Deve pois dar-se especial importância a este tipo de seguro que muitas vezes se desconhece a sua utilidade.

Um seguro é sempre a melhor protecção enquanto se trabalha para a pessoa ou seu agregado familiar, em qualquer parte do mundo, vinte e quatro horas por dia.

Há modalidades adaptadas às necessidades de cada um, podendo alguns dispor de seis modalidades diferentes em função das coberturas e dos capitais seguros que se prefere.

Em função da modalidade que se escolhe o capital seguro, por morte ou invalidez permanente pode atingir 150.000 euros, sendo ainda acumulável com o das outras coberturas. Pode ainda escolher-se a opção morte ou invalidez permanente Triplo valor e receber o triplo do capital seguro.



Teresa Maria Batista Gil

Título: Seguro de acidentes pessoal

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: Mike Licht, NotionsCapital.com

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 16:52:19

    Não no sentido de prever o pior, mas um seguro pessoal hoje em dia é bem válido. Afinal, o mundo está todo louco! heehh
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Seguro de acidentes pessoal

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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