Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Antiguidades > Tráfico de antiguidades

Tráfico de antiguidades

Categoria: Antiguidades
Visitas: 11
Tráfico de antiguidades

Possuir uma antiguidade é sempre uma oportunidade aguardada por quem procura objectos de valor, raridades, peças de colecção ou simplesmente peças antigas, mesmo sem valor monetário, pelo simples gosto de possuir o que já não se faz hoje.

A melhor maneira de ter acesso a antiguidades é através de feiras que vão sendo feitas, mas mais facilmente através de lojas especializadas ou então através de vendas ou leilões na internet. Porém, este é um negócio que também tem vindo a ser alvo de tráfico, atingindo valores bastante elevados.

Difícil de precisar, mas actualmente o tráfico de antiguidades deve movimentar a nível mundial, entre quatro a 7,8 milhões de dólares por ano, tornando este mercado marginal o mais lucrativo depois do tráfico de droga e de armas.

Quem alerta para estes valores, é a Interpol, que tem tentando combater esta forma de crime e alertando para a estreita ligação existente entre comércio ilícito de antiguidades e o crime organizado. Com estas situações, os museus têm vindo a ser prejudicados, porque já são poucos os objectos de colecções antigas que surgem no mercado.

Ter uma antiguidade não é acessível a todos, porque a maioria dos objectos de maior valor histórico apresentam preços demasiado altos, os quais a maioria das pessoas não pode despender. Assim, as antiguidades são na maioria destinadas a uma classe alta, porém não desespere, quem sabe se não encontra uma boa oportunidade?


Rua Direita

Título: Tráfico de antiguidades

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 11

725 

Imagem por: Catherinette Rings Steampunk

Comentários - Tráfico de antiguidades

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Cuidado com as curvas

Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

Pesquisar mais textos:

Maria Bijóias

Título:Cuidado com as curvas

Autor:Maria Bijóias(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios