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Tráfico de antiguidades

Categoria: Antiguidades
Visitas: 11
Tráfico de antiguidades

Possuir uma antiguidade é sempre uma oportunidade aguardada por quem procura objectos de valor, raridades, peças de colecção ou simplesmente peças antigas, mesmo sem valor monetário, pelo simples gosto de possuir o que já não se faz hoje.

A melhor maneira de ter acesso a antiguidades é através de feiras que vão sendo feitas, mas mais facilmente através de lojas especializadas ou então através de vendas ou leilões na internet. Porém, este é um negócio que também tem vindo a ser alvo de tráfico, atingindo valores bastante elevados.

Difícil de precisar, mas actualmente o tráfico de antiguidades deve movimentar a nível mundial, entre quatro a 7,8 milhões de dólares por ano, tornando este mercado marginal o mais lucrativo depois do tráfico de droga e de armas.

Quem alerta para estes valores, é a Interpol, que tem tentando combater esta forma de crime e alertando para a estreita ligação existente entre comércio ilícito de antiguidades e o crime organizado. Com estas situações, os museus têm vindo a ser prejudicados, porque já são poucos os objectos de colecções antigas que surgem no mercado.

Ter uma antiguidade não é acessível a todos, porque a maioria dos objectos de maior valor histórico apresentam preços demasiado altos, os quais a maioria das pessoas não pode despender. Assim, as antiguidades são na maioria destinadas a uma classe alta, porém não desespere, quem sabe se não encontra uma boa oportunidade?


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Título: Tráfico de antiguidades

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Catherinette Rings Steampunk

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Pulp Fiction: 20 anos depois

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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