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Trabalho em casa

Categoria: Mobiliário
Comentários: 3
Trabalho em casa

Cada vez mais pessoas optam por trabalhar em casa, pelas inúmeras vantagens que traz, contudo, não se deverá minimizar os cuidados da segurança a ter em conta.

As quedas são o acidente mais comum nas ocorrências domésticas – mantenha o piso nivelado e seco; os tapetes devem estar seguros ao chão para evitar tropeçar; evite fios em zonas de passagem; escadas com mais de quatro degraus devem ter um corrimão.

O fogo é um perigo constante: reduza aos materiais comburentes e esvazie o cesto dos papéis de forma regular e considere instalar pelo menos um detector de fumo no escritório. Os aparelhos eléctricos e a sua montagem devem ser inspeccionados por um electricista credenciado, sendo que todos o interruptores de circuito têm de estar facilmente acessível e numa zona bem ventilada.

O estado de conservação das tomadas, fios eléctricos e fichas é fulcral e todas as conexões e extensões deverão estar por baixo da secretária ou ao longo do rodapé.

A qualidade do ar do seu local de trabalho é vital: ventile bem a área, use ventoinhas para a circulação e, claro, não permita fumar no seu escritório.

O seu computador deve estar montado de forma confortável sem causar esforço desnecessário às costas, braços e pescoço.

Se tiver crianças em casa, todos os cuidados são necessários – use fichas múltiplas com interruptor geral e evite o aceso ao escritório.

A resistência estrutural de cadeiras e mobiliário é determinante para evitar lesões e tenha sempre à mão um estojo de primeiros socorros e os contactos de urgência médica. A segurança e prevenção de lesões relacionados com a actividade no local de trabalho é uma prioridade quando se trabalha em casa.

Rua Direita

Título: Trabalho em casa

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Ana SebastiãoAna Sebastião

    17-09-2012 às 12:02:42

    Este texto cuja abordagem vêm mesmo a propósito do contexto em que vivemos actualmente, uma vez que ao passo que a economia abranda, o desemprego aumenta e as pessoas vêem-se obrigadas a criar os seus próprios postos de trabalho, remete-nos para a segurança que é uma das necessidades básicas para o nosso dia-a-dia. Sem segurança corremos riscos desnecessários que importa prevenir. Podemos dizer também sobre o texto, que pode ser uma ferramenta útil para qualquer pessoa interessada em ingressar nesta forma de trabalho.

    Há algumas regras básicas que devemos levar em conta. Estes preceitos que para empresas são legislação, aplicam-se também aos nossos postos de trabalho, criados dentro das nossas casas, porém não como lei mas apenas como conselhos úteis, assim muitas vezes tornamo-nos descuidados nestas áreas e pensamos que não vai acontecer nada de mal, no entanto arrependemo-nos desta postura no dia em que o acidente acontece, e acontecem acidentes muito mais vezes do que aquelas que podemos imaginar, altura em que vamos a correr remediar os erros anteriores, e afazer seguros que já não resolverão nada, tal como diz o povo, depois de casa roubada trancas na porta.

    Uma outra questão importante no trabalho em casa prende-se com o facto de muitas vezes não estipularmos um horário específico para realizar as tarefas necessárias. Inicialmente porque o trabalho não é assim tanto e a liberdade de movimentos cativa-nos imenso, no entanto para que a nossa vida seja saudável precisamos criar hábitos que nos regulem, caso contrário as coisas não vão correr bem. Quando o trabalho aperta algumas vezes abdicamos do horário das refeições, mas isto vai criar-nos outros tipos de problemas em primeira instancia ao nível familiar, uma vez que somos parte integrante dela e devemos contribuir não apenas para a sua manutenção económica mas também para a conservação dos laços que nos unem. Podemos ainda arranjar complicações com a nossa saúde uma vez que o nosso corpo também necessita ser devidamente alimentado, caso contrário poderemos conseguir uma de duas situações, ou não conseguir o nível de nutrição necessário uma vez que não nos alimentamos o suficiente, ou por outro lado começar a ganhar peso, facto que se explicará com uma alimentação irregular mas rica em alguns componentes que potenciam o aumento de peso.

    Todas estas situações devem ser postas em causa antes de avançar para um "empreendimento" desta natureza.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJeronimo Rezende

    07-09-2012 às 08:27:16

    Preciso de um trabalho prático e honesto,fácil,porém como ter certeza se não vou ser enganado?O Mòdulo PayPal exige o Pag Seguro preciso fazê-lo pra tal?estou encontrando dificuldades pra escrever meus textos,o máximo é de 350?quantos textos posso escrever até atingir o pico dos meus ganhos?As redes sociais ajudam na divulgação?atraem leitores?

    ¬ Responder
  • Agnaldo bisdoAgnaldo bisdo

    09-05-2010 às 15:08:48

    entre em contato comigo obrigado

    ¬ Responder

Comentários - Trabalho em casa

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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