Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Mobiliário > Não seja cara de pau!

Não seja cara de pau!

Categoria: Mobiliário
Visitas: 6
Não seja cara de pau!

O mobiliário, composto por peças tão diversas como mesas, cadeiras, camas, móveis, roupeiros, estantes, cómodas, balcões, secretárias, bancos, arcas, baús, armários de sala, casa de banho, escritório ou quarto, sofás, puffs, e tantos pequenos e grandes auxiliares de arrumação que temos ao dispor, constitui, além de uma necessidade, um factor de conforto e de moda, de que já não se pode prescindir. O que seria de um edifício sem mobília? Pareceria nu, despido de alma, de personalidade, de vínculo.

Os móveis acabam por ser o primeiro cartão de visita quando se abre a porta a alguém. É a primeira coisa que salta à vista, antes mesmo de transpor a entrada. Através de características como a cor, as linhas, o seu traço contemporâneo ou clássico, o facto de se tratar, por exemplo, de um rústico maciço, transmitem, não só uma preferência, como também predicados do carácter do seu comprador, uma vez que da identificação da pessoa com tais propriedades se podem tirar ilações várias. Há, inclusive, visitantes que comungam de tal maneira dos gostos dos visitados que não saem lá de casa, aparentando querer fazer parte da mobília… As sogras, regra geral, integram esta lista, e o pior é que estão constantemente a pretender mudar tudo, impondo a sua jurássica noção de estética ou a total ausência desta!

Estudos recentes trouxeram novidades acerca da importância da comodidade e bem-estar dos mais novos. Até aqui, talvez por se cunhar de temporário o mobiliário para as crianças e adolescentes, estes atributos não eram tidos em conta nem suficientemente enaltecidos.
Agora, porém, verifica-se a preocupação de desenvolver motivos simples e aconchegantes que proporcionem a alegria dos filhos e o sossego dos pais. Criou-se o conceito de posicionamento teenager e o sucesso não se fez esperar.

No sector do mobiliário, como noutros, a conjugação qualidade dos produtos e preços apelativos pode marcar a diferença e ser chave de êxito sólido e prolongado. Outro dos segredos diz respeito às formas elegantes aliadas ao funcionalismo. Na correria diária de pouco serve ter um móvel muito bonito, mas que ocupa espaço a mais para os benefícios que oferece.

Estabelecer uma aliança ímpar entre a tradicional qualidade e a criação de novas ideias, a inovação das técnicas e a valorização do design, incorpora uma estratégia simultaneamente cautelosa e audaz, mas segura, no combate aos tempos de crise que se vivem. Até o Pinóquio se viu na iminência de sobreviver tornando-se um menino de verdade! Ainda bem, porque «como a tradição já não é o que era», hoje, se calhar, ele não era feito de madeira, mas de granito ou assim, acompanhando as tendências actuais… Tratar-se-ia de uma desvirtuação própria de uma enorme cara de pau!

Maria Bijóias

Título: Não seja cara de pau!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 6

619 

Comentários - Não seja cara de pau!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios