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Resolva o problema das gavetas perras

Categoria: Mobiliário
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Resolva o problema das gavetas perras

As gavetas são extremamente úteis, nelas guardamos todo tipo de coisas, é bem verdade que a utilidade principal é para guardar roupas, por isso temos as cômodas, elas são compostas por um determinado número de gavetas que possibilitam guardar de maneira ordenada. Muitas camas, já são produzidas com gavetões em baixo para arrumar as roupas de cama que são os lençóis, as fronhas, cobertores e mantas.

Voltando a cômoda, é o móvel mais comum de ter gavetas independente do tamanho mas há outros móveis que também tem gavetas e que estão inseridos no quotidiano, por serem tão comuns e estarmos tão habituados nem nos damos conta, ou melhor; damos atenção quando queremos abri-las e estão emperradas. É horrível ter de ficar fazendo força para abrir uma gaveta, tentando empurrar e puxar e pior ainda qunado abre torta, abre mais de um lado do que do outro, aí não tem jeito, é um abre e fecha até conseguir abrir a gaveta, só que até se conseguir tal feito, a paciência já se foi e a irritabilidade se fez presente.
Parece uma coisa à toa mas quem já passou por isso sabe como é desagradável e irritante, ainda bem que tem solução.

Conforme a gaveta vai sendo usada, no abre e fecha, mesmo não sendo a todo momento, se for de madeira, a madeira incha ou resseca e então a gaveta fica perra. Alguns móveis que tem gavetas de madeira, são produzidos com duas madeiras que formam o encaixe para o deslizamento da gaveta, outras são produzidas com carretilhas de encaixe para facilitar o deslizar das gavetas. Em ambos os casos temos a seguinte sugestão para solucionar esse problema, sim porque é um problema mesmo e se tratando de gavetões a força emprega é ainda maior, é aí que muitas pessoa se habituam por força da situação a empurrar a gaveta com a barriga.

Vamos a sugestão: passar cera líquida incolor pastosa com um pano nas carretilhas que são os trilhos das gavetas quando tiver, ou nas madeiras no lugar do deslize, parafina também resolve o problema mas tem que ser pastosa. A cera líquida é a cera comum usada para passar no chão da casa, se for um momento em que não tenha esses produtos, pode-se esfregar vela para ajudar, lembrando que tem que estar apagada.

Soluções como essas, ajudam a solucionar o problema das gavetas perras e permitir que possamos abrir nossas gavetas sem que seja preciso fazer tanta força.


Sílvia Baptista

Título: Resolva o problema das gavetas perras

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: mrmanc

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomarilia

    19-04-2016 às 09:41:48

    se já esta emperrado,colo soltá-la inicialmente?

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:39:28

    A Rua Direita adorou o texto, parabéns!

    ¬ Responder
  • biabia

    04-02-2012 às 23:39:35

    se já está emperrada, como sotar a gaveta?Muito obrigada!

    ¬ Responder

Comentários - Resolva o problema das gavetas perras

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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