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Cuidados e proteções para móveis de madeira

Categoria: Mobiliário
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Comentários: 1
Cuidados e proteções para móveis de madeira

Dos móveis que se encontra em uma casa, a maioria é deles é feito de madeira, a preferência pelos móveis de madeira vem de muito tempo atras. A tradição de trabalhar a madeira transformando-a em móveis clássicos, rústicos e modernos nos acompanham até hoje, além de serem úteis, cabem muito bem na decoração que pode ser mesclada moderno com clássico para estar sempre atual.

São muitas as opções de matéria prima para a produção dos móveis, há um grande incentivo para utilização de madeiras de reflorestamento, outros estão experimentando os móveis de bambú, outros preferem as madeiras já conhecidas na fabricação. Independente do tipo de madeira que foi utilizada na fabricação do móvel, seja ela qual for, requer cuidados. Não se pode deixar o móvel lá no canto e apenas remover a poeira com o espanador, a madeira para que esteja sempre bonita e tenha maior durabilidade é preciso contar com alguns pequenos cuidados para lustrar, remover eventuais manchas e arranhões que possam surgir acidentalmente.

Quem não tem um amigo ou amiga, que tem um filho e que ao visitar, por uma distração põe o copo em cima do móvel de madeira e esquece? O risco de ficar uma mancha com marca do fundo do copo é bem grande mas não há motivos para gritar ou abdicar da visista dos amigos para que o móvel não fique manchado, imagine se um movel seria produzido sem que se tivesse como lidar com situações parecidas. Uma coisa é certa; seria preciso guardar os móveis ou então não receber ninguém por medo de marcar, arranhar ou derramar um líquido, o que seria uma gigantesca incoerência.

Para tratar os móveis de madeira vamos por partes: se for um móvel de madeira com leve brilho, passe um pano úmido, quase seco e lustra móveis, essa aplicação não deve ser feita todos os dias e se tiver marcas como as de copo, um pouco de creme dental sobreleve resolverá. Para os móveis de madeira pintada, um pano seco e quando achar necessário, passe uma bucha levemente umidecida em água só para remover sujeira mais difícil.Um cuidado que se deve ter é evitar colocar o móvel em um local que pegue sol, o sol tende a rachar a madeira e com o tempo o móvel ficará danificado.

Outro cuidado é não ficar arrastando os móveis a toda semana, mesmo tratando-se de móveis de boa qualidade, pode sim, modificar a posição dos móveis mas nem tanto e quando fizer, prefira pedir ajuda do que arrasta-los para evitar comprometer os pés.


Sílvia Baptista

Título: Cuidados e proteções para móveis de madeira

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: quimpg

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:55:19

    A Rua Direita adorou saber desses cuidados, vale a pena preservá-los!

    ¬ Responder

Comentários - Cuidados e proteções para móveis de madeira

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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