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Estantes uma peça fundamental na decoração de um escritório

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Mobiliário

Uma estante é um suporte onde colocamos os mais variados objetos.

Nelas, podemos pousar CDs, livros, peças de design, roupas, DVs, brinquedos, louças, amuletos,
vasos, jarras, álbuns, coleções de miniaturas,
embalagens alimentares, remédios, garrafas, molduras,
recordações, esculturas, desenhos, pinturas, dossiers.

Enfim, uma infinidade de coisas com alto valor de uso ou que simplesmente nos fornecem um delicioso prazer estético, ou ainda que juntam este àquele; sim, porque um não invalida o outro. Veja o caso do livro que além de servir como passa tempo é também um proporcionador de prazer estético.

Quanto aos materiais, existe uma oferta muito diversificada, que vai desde a simples madeira mogno até ao alumínio, passando pelo acrílico e pelo ferro, entre outros. Só tem é que se decidir, o que nem sempre é fácil! O tamanho do orçamento também não é problema, pois pode sempre optar por matérias mais em conta. Tem ainda a possibilidade de pintar o suporte ao seu gosto, fazendo alguns desenhos ou ficando-se pelos lisos, o que não é de todo uma má opção.

No que respeita ao design, tem muito por onde escolher. A diversidade de formas é enorme. Aos formatos tradicionais juntam-se outros mais vanguardistas, como é o caso daqueles suportes de Cds que se penduram na parede e que parecem autênticos caracóis ou daqueles armários construídos sob linhas oblíquas.

Sítios onde procurar a sua futura estante:

Em Lisboa, tem várias hipóteses, tudo depende, claro, da quantia que está disposto a gastar. O IKEA tem preços muito em conta, por isso tornou-se o local de eleição dos mais jovens. Mas se quiser algo menos massificado pode ir até ao Bairro de Santos ou ao bairro alto, onde encontrará uma série de lojinhas que representam alguns dos artistas nacionais e internacionais de maior renome.

Decorar a sua casa pode ser numa tarefa muito agradável, que estimula a criatividade e fortalece os laços familiares. Não adie mais. Programe uma saída para ir ver estantes, estantes de todos os modelos e feitios! Afinal, quer maior reflexo de si do que a sua própria casa?


Rua Direita

Título: Estantes uma peça fundamental na decoração de um escritório

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários - Estantes uma peça fundamental na decoração de um escritório

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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