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Mobiliário em ferro forjado

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Mobiliário
Visitas: 4
Comentários: 2
Mobiliário em ferro forjado

O ferro forjado é usado há séculos por artesãos e construtores, como matéria-prima, os seus objetos e /ou projetos, e é também do agrado de muitos proprietários.

Atualmente o ferro forjado pode ser encontrado praticamente em todos os lugares inclusivamente no mobiliário (principalmente no mobiliário de exterior). Este tipo particular de ferro é também o mais resistente à corrosão, o que o torna a escolha ideal para mobiliário de exterior. Ao contrário das “manchas feias” que com o tempo aparecem noutros tipo de metais, o ferro forjado adquire uma tonalidade acastanhada com o tempo e continua a manter-se firme.

Muito do mobiliário em ferro forjado disponível nos dias de hoje é geralmente protegido por um revestimento em pó, sendo feitos para durar por muitos anos e suportar todos os tipos de clima. Além disso, o ferro forjado normal também exige muito poucos cuidados, necessitando apenas de uma ligeira limpeza ocasional, com água e sabão.

Existe uma enorme variedade de mobiliário em ferro forjado. As possibilidades são infinitas e vão desde assentos e mesas comprimidas para três, quatro ou cinco pessoas até cadeiras e mesas individuais, de várias formas e tamanhos. É também possível encontrar lâmpadas, castiçais, suportes de parede, relógios de exterior, termómetros, fogareiros, suportes para vasos, estantes, entre muitas outras peças de mobiliário e decoração.

Uma grande maioria das peças de mobiliário em ferro forjado vem em preto simples, que combina sempre bem com qualquer outro mobiliário ou decoração existente. No entanto, se você quiser uma apresentação ou uma outra cor a seu gosto, para ficar melhor no ambiente do seu pátio, apenas precisa de pegar em tinta de spray e transformar as peças a seu bel-prazer. Caso se decida por esta via, não se esqueça de comprar tinta especificamente destinada a este tipo de material, e também de aplicar antes a tinta primária (primário).

Existem também alguns estilos de mobiliário em ferro forjado para o exterior que são cobertos por verga, com o objetivo de combinar a durabilidade do metal com o revestimento mais suave do vime.



Carlos Vieira

Título: Mobiliário em ferro forjado

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

Visitas: 4

694 

Imagem por: Avia Venefica

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:48:41

    A Rua Direita parabeniza-o pelo texto. Bom saber sobre ferro forjado!

    ¬ Responder
  • Luís FernandesLuís Fernandes

    11-06-2010 às 17:27:52

    Estimado Sr. Carlos Vieira,
    A foto que apresenta neste site não mostra uma peça em ferro forjado mas sim em ferro fundido. A arte do ferro fundico está na fabricação dos moldes e a do ferro forjado na arte de trabalhar o ferro. Desculpe esta obsevação mas como trabalho em ferro forjado
    Os meus cumprimentos
    Luis Fernandes

    ¬ Responder

Comentários - Mobiliário em ferro forjado

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: Avia Venefica

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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