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Dicas sobre mobiliário

Categoria: Mobiliário
Comentários: 1
Dicas sobre mobiliário

Muitas vezes aquele móvel que adoramos e que esperávamos ter para sempre complementando a decoração de nossa casa ou escritório, de repente nos parece perdido, seja por causa de algum ou alguns riscos, pela perda do brilho, ou então sendo ele fosco acaba com sua tonalidade alterada, pega cupim, fica empenado ou por acidente acaba com uma horrível mancha.

E como o móvel foi comprado há tempo, não pode mais ser encontrado nas lojas.

Apesar disso tudo, não se abata, com algumas das dicas abaixo é possível recuperar o móvel e a aprender a melhor forma de conservá-lo.

Móveis com acabamento fosco devem ser limpos com pano umedecido em detergente diluído em água ou sabão de coco. Não recomenda-se o uso de lustra-móveis nesse caso, pois ele pode alterar o brilho do acabamento original. Álcool só pode ser usado em móveis com acabamento em esmalte fosco e mesmo assim somente em casos para remoção de manchas mais persistentes ou para higienização da peça.

Quando o móvel fica riscado, se forem riscos superficiais, estes podem ser retirados com polimento ou com aplicação de cera. Se o risco for profundo a melhor opção é chamar um especialista em pintura de móveis. Em acabamentos poliuretânicos, o móvel deverá ser lixado e pintado novamente. Nunca use nos móveis produtos abrasivos como saponáceos ou palha de aço, pois causam outros arranhões e desgastam a película do acabamento, modificando assim o brilho e a cor e também interferindo da durabilidade da pintura existente.

Em casos de cupim , quando percebemos aquele furinho na peça, isso não é sinal de que o cupim penetrou no móvel, na verdade foi por ali que ele saiu, pois a fêmea coloca os ovos em baixo dos móveis e quando as larvas nascem elas vão abrindo caminho no interior da madeira e só saem quando já são adultos. O ideal é fazer a substituição da peça afetada antes que o restante do móvel fique comprometido e que a praga se espalhe para outros objetos de madeira.

A umidade faz com que a madeira empene, por isso ao escolher móveis para locais úmidos, como banheiro e cozinha, de preferência por peças que tenham todas as superfícies revestidas.

Em peças com acabamento em alto brilho, faça a limpeza com pano úmido e detergente diluído em água. Isto serve tanto para acabamentos transparentes como para laqueados. Para lustrar use um pano macio com produtos específicos encontrados no mercado.

Algumas manchas podem ser facilmente retiras com o procedimento normal de limpeza ou com polimento. Cuidado com manchas de café, gordura, sucos ou refrigerantes, pois podem levar a deteriorização do móvel. Existem produtos específicos para retirar manchas de gordura dos móveis. As manchas que penetram no filme da tinta normalmente só podem ser eliminadas com a repintura do móvel.


Fabiane Martello

Título: Dicas sobre mobiliário

Autor: Fabiane Martello (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 16:10:26

    Que dicas sensacionais, Fabiane. A Rua Direita muito se alegra, obrigada!

    ¬ Responder

Comentários - Dicas sobre mobiliário

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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