Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Arte > A Importância Dos Beneditinos Clunisinos Na Definição Da Nova Cultura Artística

A Importância Dos Beneditinos Clunisinos Na Definição Da Nova Cultura Artística

Categoria: Arte
Visitas: 4
A Importância Dos Beneditinos Clunisinos Na Definição Da Nova Cultura Artística

Os monges de Cluny são beneditinos, contudo diferenciam-se pelas suas práticas litúrgicas e na gestão do seu património. Formalmente, Cluny não pode ser considerado uma ordem autónoma, visto qeu está ligada à regra de S. Bento. Durante 150 anos, Cluny foi governado apenas por três abades, mostrando, assim, a sua consistência. Como era de se prever, Cluny tinha uma relação intima com o papado.

Diariamente, o dia do monge clunisino dividia-se em três actividades: a liturgia, a literatura e a meditação e o trabalho manual. O dia destinava-se sobretudo ao espectáculo litúrgico, enquanto que nos outros mosteiros privilegiava-se o trabalho manual (S. Bento definia 40 salmos recitados por dia, no fim do século XI, diziam-se 215 em Cluny). Nos mosteiros beneditinos havia um equilíbrio: 4 horas para a leitura de textos sacros e dos autores eclesiásticos, 3 horas e meia para a liturgia e 6 horas para o trabalho.

O modelo de filiação de outras casas religiosas surge 1010, um século depois da fundação do mosteiro, em 909. Devido ao seu interesse na Península Ibérica, estabeleceu centros religiosos nos principais cainhos da peregrinação para Santiago de Compostela.

Cluny fomentou ainda laços políticos com os monarcas ibéricos e monarcas francos. Em Finais do século XI, Afonso VI de Castela e Leão instituiu uma substancial renda anual que enviava para Cluny. Esta renda permitiu a edificação de Cluny III, o maior templo religioso antes de S. Pedro de Roma.

O rápido crescimento da ordem de Cluny é visível na evolução da sua igreja de planta basilical. Fi construída em 910, ampliada 75 anos depois, em 1088, deu lugar à maior igreja românica até então. Cluny III não chegou até aos nossos dias, sendo destruída durante a Revolução Francesa (1789). A igreja possuía 5 naves, 2 transepto e uma capela-mor com várias capelas radiantes.

Sabe-se que este mosteiro tinha 450 monges em 1156 e no século XII, no seu apogeu, Cluny tinha 1100 mosteiros filiados, 80% deles em França, os quais tinham de contribuir financeiramente todos os anos para a casa-mãe.

Cluny destacava-se pelo luxo que ostentava, aliás, muito contestado pelos cistercienses. Contudo, este seu esplendor foi também a causa do seu declínio, pois ao longo do século XII esteve sempre em défice, ao contrário dos mosteiros que tentou controlar, como Conques e Toulouse.


Daniela Vicente

Título: A Importância Dos Beneditinos Clunisinos Na Definição Da Nova Cultura Artística

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 4

635 

Comentários - A Importância Dos Beneditinos Clunisinos Na Definição Da Nova Cultura Artística

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A história da fotografia

Ler próximo texto...

Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

Pesquisar mais textos:

Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios