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A arte

Categoria: Arte
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Comentários: 2
A arte

Quer se trate de artes marciais, gráficas, decorativas, ilusionismo, pintura, escultura, dança, artesanato, costura, representação ou qualquer outra forma de expressão, o importante é que todas elas integram o grande domínio da Arte. Quando lhe disserem: «És cá um artista…», não leve a mal. No fim de contas, saber viver também é um dom!

Infelizmente, na actualidade a arte é geralmente encarada como puro divertimento ou lazer, rodeada por falsas ideologias que atestam que os que fazem dela profissão não têm condições de sustento, ou são promíscuos e possuem uma vida inadequada, enfim, retiram-lhe por completo a nobreza e a respeitabilidade, bem como as hipóteses de um reconhecimento profissional condigno. Mesmo a nível escolar, os professores destas disciplinas são considerados como que de segunda, apenas se recorrendo a eles quando é necessário proceder à decoração da escola, por alguma ocasião festiva, ou produzir lembranças para dias especiais, como o Dia do Pai, o Dia da Mãe, o Dia da Árvore, e demais invenções do comércio.

Os jovens em idade de escolher um rumo para a vida, ainda que detentores de uma vincada característica artística e manifestando o desejo de lhe dar asas, são encorajados a optar por ocupações mais sensatas: medicina, advocacia, gestão, …, e a concretizarem o seu talento somente nos tempos livres, quando não precisarem de estar a ganhar dinheiro para comer e pagar as contas… Contudo, os mais novos conseguem ser bastante persuasivos e saber negociar constitui, igualmente, uma arte.

O espírito artístico é algo que nasce e morre com a pessoa. Mesmo ante a impossibilidade de o desenvolver convenientemente numa determinada direcção, porventura a predilecta ou mais manifesta, ele encontrará outras maneiras de se exprimir, porque não pode, de modo nenhum, ficar aprisionado. Só o acto artístico tem a dita de preencher os vazios cavados durante o amadurecimento forçado pelo intelecto!

Para desanuviar e exercitar o artista que há em si, há quem se dedique à cozinha, que é outra das artes muito apreciadas. Neste âmbito, pode dominar-se a melhor técnica de confecção, a decoração de pratos, o apuramento em entradas, a feitura de deliciosas sobremesas, a execução de maravilhosas sopas, a invenção de iguarias várias, etc… Pena é que, neste campo, a falta de queda se perceba de imediato e desemboque, muitas vezes, num esforço sobrenatural para suportar o resultado final! Digamos que se trata de uma vertente da arte que, volta e meia, cheira a esturro…



Maria Bijóias

Título: A arte

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 18:10:56

    É muito importante termos uma arte na nossa vida. Eu sou historiadora de arte e adoro. Não conseguia viver sem ler livros de arte, sem ir a museus ou lugares com história e/ou arte. A arte e a literatura são duas paixões na minha vida, e não consigo compreender quem consegue viver sem uma destas. Adorei o seu texto e acho que tem toda a razão. A arte deve estar presente na vida.

    ¬ Responder
  • linda lourençolinda lourenço

    23-11-2009 às 12:23:41

    Obrigada,Maria...pelo seu texto que me tocou muito...
    desde já,convida a para visitar a minha galeria em artelinda8.blogspot.com espero que gosta.Como escreveu, sinto me presa as artes e desde pequena..Fugir a realidade é bem possível!Tantas horas, noites f de semanas,O artista é solitário em final,perde se convivo com amigos,família..e por pouco que não sou compreendido ainda pior!Pois trata se de sentimentos,emoções mas não desisto já não posso.. passaram já 8 anos de work in progresse!A vida é breve a arte é longa!beijo.
    Linda.

    ¬ Responder

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Cuidado com as curvas

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Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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