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Tração animal: ferramenta alternativa para o produtor

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Visitas: 157
Comentários: 10
Tração animal: ferramenta alternativa para o produtor

Os proprietários de pequenos e médios estabelecimentos rurais são responsáveis pela quantidade maior da produção agropecuária no mundo, especialmente no que se refere a alimentos básicos da população. No Brasil, segundo o IBGE são responsáveis pela produção de 70% dos alimentos que chegam à mesa do consumidor.

Os proprietários foram fortemente influenciados, e conseqüentemente abalados pelo assédio da modernização acelerada da agricultura brasileira, que provocou uma quase revolução no campo.

As tecnologias introduzidas nos países, através da agricultura moderna, privilegiam a grande produção, favorecendo os grandes proprietários e marginalizando os pequenos.

A mecanização foi baseada em economias de escala semelhantes à da agricultura norte-americana.

O pequeno produtor ficou a margem desse processo, e quando quis se adaptar acabou investindo num campo desconhecido, que proporcionou pouco acesso às informações de políticas agrícolas, culminando num retrocesso tecnológico, e perdas de propriedades de terra e riqueza social.

Na tentativa de fixar o homem no campo e proporcionar condições de trabalho dento de suas capacidades naturais, é que surge a política de incentivo à utilização da tração animal, ferramenta alternativa indispensável e econômica para uma boa produção das pequenas e médias propriedades.

Dentro desse panorama se percebe a importância que deve ser dada aos pequenos e médios produtores rurais, no sentido de readaptá-los e fornecer instrumentos viáveis à sua economia, desenvolvendo alternativas tecnológicas e propiciar-lhes condições de uso.

A tração animal resolve as principais limitações das propriedades, sem substituir a mão de obra pela máquina e aumentando a produtividade em todos os níveis, pois a mecanização não é viável em regiões de relevo muito acidentado, característica de muitas pequenas propriedades.

Os pequenos estabelecimentos rurais são de importância indiscutível na produção agropecuária mundial, e trabalham quase sempre em condições tecnológicas impróprias, ou por utilizarem tecnologia muito tradicional, ou por terem adquirido tecnologia não adaptada às suas condições técnicas ou sócio-econômicas.

O aprimoramento da força animal, combinando a tração animal com a mecanização, oferece excelentes vantagens tanto na escala de produção, como nas condições topográficas das áreas de cultivo.

Embora seja difícil determinar a aplicação ideal da tração animal entre os agricultores, o conhecimento da realidade indica a necessidade de incentivar seu uso, melhorando a qualidade dos animais, aumentando a quantidade, desenvolvendo tecnologia de trabalhos, inovando, principalmente nas pequenas áreas, onde o trator custaria muito caro.

O melhoramento das raças dos animais de tração, aliado ao aperfeiçoamento dos implementos agrícolas, proporcionará um processo de mecanização intermediária, coerente com as condições dos pequenos produtores rurais, promovendo um avanço tecnológico na produção de milhares de agricultores.


Cláudio Júnior

Título: Tração animal: ferramenta alternativa para o produtor

Autor: Cláudio Júnior (todos os textos)

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Comentários     ( 10 )    recentes

  • neri

    01-09-2014 às 03:55:30

    Olá muito boa a matéria gostei! estou no 2° semestre de bacharelado em desenvolvimento rural. o pequeno produtor esta sempre a mercê das tecnologias, ai trabalha de forma rudimentar, hoje precisamos de empreendedores que queiram desenvolver maquinas e tecnologias de baixo custo para que estes produtores possam adquiri-las e tornar as atividades menos onerosas e mais produtivas, para serrem mais competitivos no mercado agrícola. acredito que as informações do texto devem as pessoas interessadas. obrigado Neri

    ¬ Responder
  • Rua Direitabruna cristina pereira de jesus

    18-06-2012 às 18:55:11

    todus te que utililza a tração animal

    ¬ Responder
  • Sidney JúniorSidney Júnior

    13-01-2012 às 13:05:40

    Os nº na pesquiza mostram a impotancia da produção familiar e pequenas propriedades na produção do pais. Comungo com vc que a tração animal é a grande saída para esses produtores. Por está mais proximo deles que os tratores e seus empementos por custarem menos, além do custos de manunteção serem mais baixos, assim como o dominio da tecnica de recuperação e manunteção estarem mais acessível a esse grupo.

    ¬ Responder
  • renatorenato

    12-12-2011 às 18:22:33

    Muito interessante seu texto.. se pude me manda algum material sobre tração animal eu agradeço. pois estou fazendo um seminario sobre o tema.

    ¬ Responder
  • julio cezarjulio cezar

    03-08-2011 às 17:44:22

    Foi um excelente texto

    ¬ Responder
  • thiagothiago

    16-06-2011 às 15:21:30

    foi otimo para estudar para prova

    ¬ Responder
  • Jeová RafaelJeová Rafael

    17-03-2011 às 23:04:35

    Olá! Esse texto sobre tração animal foi uma mão na roda, to cursando agropecuaria e professor pediu um seminario sobre isso, deu certinho! Parabens!

    ¬ Responder
  • jonathasjonathas

    28-01-2011 às 10:58:23

    ola.
    seu assunto sobre tracao animal foi fudamental
    no meu trabalho para tecnico em agropecuaria
    sempre q puder me mandar uns assuntos sobre agricultura em agradeco muito.
    vai me servir bastante em meu curso

    ¬ Responder
  • ElisElis

    04-11-2010 às 21:52:36

    Oi Claudio, tudo bem?

    Li seu texto e achei interessante
    sobre Tração animal: ferramenta alternativa para o produtor.

    Gostaria de obter mais algum material sobre o assunto na atualidade pois estou começando a fazer um seminário, agradeço.

    ¬ Responder
  • JOB LUCASJOB LUCAS

    12-08-2010 às 14:01:42

    traçao animal garante energia na produçao agricola, de modo que haJa menos esforço do homem e garantindo maior produçao. é a segunda fonte de energia utilizada na agricultura

    ¬ Responder

Comentários - Tração animal: ferramenta alternativa para o produtor

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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