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Ferramentas – O que deve ter à mão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Visitas: 16
Comentários: 1
Ferramentas – O que deve ter à mão

É de facto verdade que existem pessoas exímias em tudo o que diga respeito à bricolage. Martelam sem receios, mudam candeeiros, trocam torneiras e furar uma parede com o berbequim para colocar bucha e pregos, não é segredo algum. Até pode ser uma questão de jeito, mas mais que tudo, é uma questão de vontade!

Existem no entanto quem nunca tenha pregado um prego, nem tenha intenção para tal. Intitulam-se à partida uns desajeitados para qualquer tarefa que obrigue à utilização e sem qualquer problema, preferem pagar a profissionais, a aventurar-se à bricolage.

Quer se seja um adepto incondicional de tudo o que acarreta aventuras nos arranjos domésticos, ou se pelo contrário não gosta de pregar um pequeno prego, é indispensável saber o que, até mesmo por conveniente, se deve ter sempre por perto.

O alicate universal, ocupa o lugar de destaque em todas as ferramentas existentes, pela sua multiplicidade de funções. Para cortar, torcer, prender, enrolar, puxar, segurar, o alicate é indispensável e ao tê-lo à mão, de poucas mais ferramentas necessitará.

Uma chave de parafusos ocupa também um lugar importante. Esta ferramenta tem uma característica importante, visto ter diferentes bits (ponteiras, ou as pontas das aparafusadoras). As aparafusadoras manuais podem ser de fenda achatada, Philips, allen, torx e tantos outros formatos. Existem no mercado uns pequenos kit’s de chaves de parafusos manuais que incluem as ponteiras, pelo que tem uma utilidade extraordinária. As ponteiras estão agarradas ao cabo da ferramenta, o que impede que se percam peças. Claro que uma aparafusadora elétrica é uma excelente aquisição para quem tem necessidade de utilizar a ferramenta com mais frequência e existem as mais variadas marcas, tamanhos e preços no mercado.

A chave inglesa também ocupa lugar na lista. Para pequenos arranjos (de canalização por exemplo), esta chave adapta-se a tamanhos devido á patilha de aperto. De fácil e múltipla utilização, é também uma ferramenta a adquirir se não a tiver.

Quer colocar prateleiras lá em casa? Estão a lista está incompleta. Comece por escolher outras ferramentas indispensáveis à sua aventura na bricolage.

Os pregos estão em desuso e como o mote foi dado aos parafusos, não se esqueça das buchas.

O berbequim é indispensável para furar a parede. Vem acompanhado das brocas com vários tamanhos. Se adquirir um berbequim de qualidade as brocas tem especial destaque. Existem brocas para madeira, ferro ou pedra, que exigem uma utilização correta. As brocas podem ser vendidas em separado.

Nível e fita métrica podem ser consideradas muletas para a execução de um bom trabalho e indispensáveis se quiser pendurar as suas prateleiras.

Deverá estar a pensar que ficou esquecido o martelo. Pois aqui está ele. Servirá para quem queira trabalhar mais com madeiras, mas também indispensável de necessitar dar umas pancaditas mais fortes.

Liberte-se de receios e ponha mãos à obra. Invente e crie. Vai ver que é divertido e não custa nada!


Carla Horta

Título: Ferramentas – O que deve ter à mão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 04:56:44

    Aquelas que são importantes devemos tê-las sempre a mão mesmo. Mas, parece que todas são, né? Sempre que precisamos de uma ferramenta, geralmente, é a que ainda não temos. Por isso, é sempre bom ter as mais úteis em casa!

    ¬ Responder

Comentários - Ferramentas – O que deve ter à mão

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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