Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Ferramentas > Ferramentas – O que deve ter à mão

Ferramentas – O que deve ter à mão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Visitas: 16
Comentários: 1
Ferramentas – O que deve ter à mão

É de facto verdade que existem pessoas exímias em tudo o que diga respeito à bricolage. Martelam sem receios, mudam candeeiros, trocam torneiras e furar uma parede com o berbequim para colocar bucha e pregos, não é segredo algum. Até pode ser uma questão de jeito, mas mais que tudo, é uma questão de vontade!

Existem no entanto quem nunca tenha pregado um prego, nem tenha intenção para tal. Intitulam-se à partida uns desajeitados para qualquer tarefa que obrigue à utilização e sem qualquer problema, preferem pagar a profissionais, a aventurar-se à bricolage.

Quer se seja um adepto incondicional de tudo o que acarreta aventuras nos arranjos domésticos, ou se pelo contrário não gosta de pregar um pequeno prego, é indispensável saber o que, até mesmo por conveniente, se deve ter sempre por perto.

O alicate universal, ocupa o lugar de destaque em todas as ferramentas existentes, pela sua multiplicidade de funções. Para cortar, torcer, prender, enrolar, puxar, segurar, o alicate é indispensável e ao tê-lo à mão, de poucas mais ferramentas necessitará.

Uma chave de parafusos ocupa também um lugar importante. Esta ferramenta tem uma característica importante, visto ter diferentes bits (ponteiras, ou as pontas das aparafusadoras). As aparafusadoras manuais podem ser de fenda achatada, Philips, allen, torx e tantos outros formatos. Existem no mercado uns pequenos kit’s de chaves de parafusos manuais que incluem as ponteiras, pelo que tem uma utilidade extraordinária. As ponteiras estão agarradas ao cabo da ferramenta, o que impede que se percam peças. Claro que uma aparafusadora elétrica é uma excelente aquisição para quem tem necessidade de utilizar a ferramenta com mais frequência e existem as mais variadas marcas, tamanhos e preços no mercado.

A chave inglesa também ocupa lugar na lista. Para pequenos arranjos (de canalização por exemplo), esta chave adapta-se a tamanhos devido á patilha de aperto. De fácil e múltipla utilização, é também uma ferramenta a adquirir se não a tiver.

Quer colocar prateleiras lá em casa? Estão a lista está incompleta. Comece por escolher outras ferramentas indispensáveis à sua aventura na bricolage.

Os pregos estão em desuso e como o mote foi dado aos parafusos, não se esqueça das buchas.

O berbequim é indispensável para furar a parede. Vem acompanhado das brocas com vários tamanhos. Se adquirir um berbequim de qualidade as brocas tem especial destaque. Existem brocas para madeira, ferro ou pedra, que exigem uma utilização correta. As brocas podem ser vendidas em separado.

Nível e fita métrica podem ser consideradas muletas para a execução de um bom trabalho e indispensáveis se quiser pendurar as suas prateleiras.

Deverá estar a pensar que ficou esquecido o martelo. Pois aqui está ele. Servirá para quem queira trabalhar mais com madeiras, mas também indispensável de necessitar dar umas pancaditas mais fortes.

Liberte-se de receios e ponha mãos à obra. Invente e crie. Vai ver que é divertido e não custa nada!


Carla Horta

Título: Ferramentas – O que deve ter à mão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 16

672 

Imagem por: brandi666

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 04:56:44

    Aquelas que são importantes devemos tê-las sempre a mão mesmo. Mas, parece que todas são, né? Sempre que precisamos de uma ferramenta, geralmente, é a que ainda não temos. Por isso, é sempre bom ter as mais úteis em casa!

    ¬ Responder

Comentários - Ferramentas – O que deve ter à mão

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: brandi666

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios