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Ferramentas – O que deve ter à mão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
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Comentários: 1
Ferramentas – O que deve ter à mão

É de facto verdade que existem pessoas exímias em tudo o que diga respeito à bricolage. Martelam sem receios, mudam candeeiros, trocam torneiras e furar uma parede com o berbequim para colocar bucha e pregos, não é segredo algum. Até pode ser uma questão de jeito, mas mais que tudo, é uma questão de vontade!

Existem no entanto quem nunca tenha pregado um prego, nem tenha intenção para tal. Intitulam-se à partida uns desajeitados para qualquer tarefa que obrigue à utilização e sem qualquer problema, preferem pagar a profissionais, a aventurar-se à bricolage.

Quer se seja um adepto incondicional de tudo o que acarreta aventuras nos arranjos domésticos, ou se pelo contrário não gosta de pregar um pequeno prego, é indispensável saber o que, até mesmo por conveniente, se deve ter sempre por perto.

O alicate universal, ocupa o lugar de destaque em todas as ferramentas existentes, pela sua multiplicidade de funções. Para cortar, torcer, prender, enrolar, puxar, segurar, o alicate é indispensável e ao tê-lo à mão, de poucas mais ferramentas necessitará.

Uma chave de parafusos ocupa também um lugar importante. Esta ferramenta tem uma característica importante, visto ter diferentes bits (ponteiras, ou as pontas das aparafusadoras). As aparafusadoras manuais podem ser de fenda achatada, Philips, allen, torx e tantos outros formatos. Existem no mercado uns pequenos kit’s de chaves de parafusos manuais que incluem as ponteiras, pelo que tem uma utilidade extraordinária. As ponteiras estão agarradas ao cabo da ferramenta, o que impede que se percam peças. Claro que uma aparafusadora elétrica é uma excelente aquisição para quem tem necessidade de utilizar a ferramenta com mais frequência e existem as mais variadas marcas, tamanhos e preços no mercado.

A chave inglesa também ocupa lugar na lista. Para pequenos arranjos (de canalização por exemplo), esta chave adapta-se a tamanhos devido á patilha de aperto. De fácil e múltipla utilização, é também uma ferramenta a adquirir se não a tiver.

Quer colocar prateleiras lá em casa? Estão a lista está incompleta. Comece por escolher outras ferramentas indispensáveis à sua aventura na bricolage.

Os pregos estão em desuso e como o mote foi dado aos parafusos, não se esqueça das buchas.

O berbequim é indispensável para furar a parede. Vem acompanhado das brocas com vários tamanhos. Se adquirir um berbequim de qualidade as brocas tem especial destaque. Existem brocas para madeira, ferro ou pedra, que exigem uma utilização correta. As brocas podem ser vendidas em separado.

Nível e fita métrica podem ser consideradas muletas para a execução de um bom trabalho e indispensáveis se quiser pendurar as suas prateleiras.

Deverá estar a pensar que ficou esquecido o martelo. Pois aqui está ele. Servirá para quem queira trabalhar mais com madeiras, mas também indispensável de necessitar dar umas pancaditas mais fortes.

Liberte-se de receios e ponha mãos à obra. Invente e crie. Vai ver que é divertido e não custa nada!


Carla Horta

Título: Ferramentas – O que deve ter à mão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 04:56:44

    Aquelas que são importantes devemos tê-las sempre a mão mesmo. Mas, parece que todas são, né? Sempre que precisamos de uma ferramenta, geralmente, é a que ainda não temos. Por isso, é sempre bom ter as mais úteis em casa!

    ¬ Responder

Comentários - Ferramentas – O que deve ter à mão

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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