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Utilidade das ferramentas em casa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Comentários: 1
Utilidade das ferramentas em casa

As atividades domésticas são inúmeras e muito variadas. O dia - a -dia exige cada vez mais que se tenham em casa as ferramentas necessárias para o bom desempenho de tido o que se necessita efetuar.

As máquinas são um bem indispensável quer seja na cozinha, sala ou garagem não dispensando por vezes certas ferramentas para seu arranjo. Deste modo torna-se conveniente ter sempre à mão as de maior utilidade para servir os pequenos problemas que acontecem numa casa. São de particular importância as chaves de fendas, parafusos, berbequins, martelos, pequenos machados, alicates, pincéis, rolos para pintura e outros.

Pequenas ferramentas podem ser úteis para concertar aparelhos e máquinas, candeeiros, armários etc. Os pregos são sempre necessários para colocar quadros nas paredes, fazer estantes para livros e prateleiras. O berbequim por exemplo usa-se muito par furar as paredes e fazer ligações de fichas ou outras. Outras chaves aplicam-se em inúmeras tarefas de concerto de objetos.

Assim não devemos dispensar a compra destas pequenas ferramentas de uso quase diário. Como o carro é quase indispensável também pede que se tenham à mão algumas que podem ser úteis para pequenas verificações. O jardim também não dispensa o seu uso e é sempre conveniente ter os apetrechos e uma mala de ferramentas para o seu arranjo no dia -a -dia.

Para além desta mala de ferramentas muito prática e completa deve ter-se ainda sempre um aspirador pequeno para aspirar o carro e pequenas superfícies em casa, na garagem ou mesmo no jardim. A máquina de relva é sempre necessária para quem tem relva no jardim e tem que a manter sempre cortada porque seca e grande fica feia. Estas são as mais usuais e indispensáveis em qualquer habitação. No entanto as vivendas já exigem equipamentos mais completos.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Utilidade das ferramentas em casa

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    02-05-2014 às 21:49:51

    Como são importantes as ferramentas! Ainda mais, quando estamos precisando em casa, elas são eficientes e seguras!

    ¬ Responder

Comentários - Utilidade das ferramentas em casa

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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