Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Ferramentas > Ferramentas precisa-se!

Ferramentas precisa-se!

Categoria: Ferramentas
Visitas: 8
Comentários: 1
Ferramentas precisa-se!

O Homem precisa de ferramentas para sobreviver, para realizar da forma mais adequada as suas tarefas, para se superar. Inicialmente, viu-se na iminência de criar a lança para caçar ou defender-se dos seus émulos. Posteriormente, inventou a roda porque era necessário transportar-se, tal como a pesados objectos. Entretanto, começou a recorrer a sinais de fumo para comunicar para longe.

Diz-se que o Homem é um “animal de hábitos”, mas, na verdade, ele consubstancia mais um “bichinho das ferramentas”. Se incluirmos o computador neste rol, então não restam dúvidas de que sem as ferramentas o humano não é nada! Considerado por alguns como uma extensão da mente humana, já há quem apelide o fantástico mecanismo de “cérebro electrónico”, que, à semelhança do que ocorre com o original, aquele de, mais ou menos, massa cinzenta, volta e meia é palco de uns curto-circuitos…

Não obstante, as pessoas que gostam de comprar tudo e mais alguma coisa, alvitrando que, de um momento para outro, as ferramentas poderão vir a fazer falta, vão deitando o olho para o que quer que haja de novidade nas prateleiras dos hipermercados ou passam a vida a contemplar, da montra ou do interior, os instrumentos à venda nas lojas da especialidade. Como isto é, normalmente, uma coisa mais de homens, as senhoras bem careciam de uma chave que remendasse as fendas que tal “mania” abre na sua paciência… E, ainda por cima, raramente esse amontoado de apetrechos tem serventia, porque os ditames da indolência ou da inaptidão assim o determinam. De qualquer forma, há que fornecer aos profissionais que se chamam lá a casa para consertar o que se estraga os melhores utensílios, certo?

As ferramentas devem ser usadas para os fins para que foram inventadas e convém que sejam de boa qualidade. As mulheres, todavia, pelo seu espírito prático e “desenrascado” são capazes de prescindir de algumas, que substituem pelo que têm à mão. Os saltos dos sapatos, por exemplo, não servem só para irritar o marido a andar de cá para lá e vice-versa, ou para ameaçar um pirralho teimoso; na realidade, podem sub-rogar o martelo no espetar de um prego.

Independentemente das alfaias predilectas de cada um, o que interessa verdadeiramente é munir-se de uma boa “mala” de “ferramentas” para a vida. Estas não se prendem com o bricolage ou arranjos caseiros, mas com uma postura de dignidade e ética que não fure a liberdade de ninguém. Contudo, é natural que, de vez em quando, se tenha de apertar um ou outro parafuso…



Maria Bijóias

Título: Ferramentas precisa-se!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 8

606 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 04:59:06

    Realmente, o ser humano depende de um monte de ferramentas para que suas tarefas sejam realizadas com êxitos. Ai de nós se não existem. Adorei o texto, a Rua Direita agradece!

    ¬ Responder

Comentários - Ferramentas precisa-se!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios