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Escolha um bom bronzeador

Categoria: Beleza
Comentários: 4
Escolha um bom bronzeador

Exibir um bom bronzeado é o objectivo de muitas pessoas durante o Verão. Não obstante, a exposição solar em excesso pode acarretar sérios problemas de saúde, como é do domínio geral. Assim, é necessário “fintar” o sol e socorrer-se de pequenos truques e segredos para aproveitar o máximo do astro-rei, com riscos mínimos.

Uma pele morena, para além de revelar um estado saudável, encobre inúmeras imperfeições. Contudo, actualmente é exequível obtê-la sem ser preciso estender-se como um cação na praia. Conseguir um bronzeado bonito, natural, uniforme, já é possível através dos autobronzeadores.

O bronzeado perfeito (se é que isso existe) começa logo no duche. Usar um esfoliante de forma regular impede as manchas de tonalidade na pele. Posteriormente, há que misturar, em proporções idênticas, o autobronzeador e o creme hidratante (para adquirir um tom sumamente dourado). Aqui, é essencial aplicar produtos específicos para a cara e para o resto do corpo, tendo em conta que o tipo de pele é totalmente distinto, pelo que as fórmulas dos cremes são, igualmente, diferentes. Quando se terminar de passar o unguento, devem lavar-se muito bem as mãos e procurar não vestir roupa na meia hora subsequente.

O pó bronzeador é também um óptimo auxiliar para realçar a cor e conferir algum brilho à pele, nomeadamente nas maçãs do rosto, maxilares, cana do nariz, linha do cabelo, ombros, peito e pernas. Funciona com um blush, mas que dá à pele uma aparência dourada, ao invés do tom rosado, e sem prejuízo para a epiderme.

Na compra de um pó bronzeador, deve optar-se por um tom mais escuro do que a própria cútis, sendo que o intuito é ficar-se com um leve “bronze” e não com uma coloração no rosto e outra no pescoço! Para tal, aplica-se o referido pó com um pincel grande (a fim de cobrir uma área maior de maneira mais regular) e apenas nas zonas onde se costuma ficar queimado(a). Imagina-se um “W”, partindo das têmporas e transcorrendo as maçãs do rosto e o nariz. O queixo, a testa e as pálpebras devem ser, identicamente, contemplados, para evitar um aspecto “sujo”. Podem associar-se vários tons de pós bronzeadores e granjear uma pigmentação suigéneres. Seja como for, é aconselhável escolher pós com brilho suave, pouco cintilante, pois nem as “estrelas” consagradas brilham tanto…!

Recorrer a cabines de bronzeamento é nocivo para a pele, porque a luz ultravioleta utilizada favorece o seu envelhecimento e aumenta o risco de cancro de pele, e é absolutamente proibido para as pessoas de tez mais clara e as que possuam antecedentes familiares de cancro de pele.

Um bom bronzeador acompanhado de um protector solar de índice elevado, exposição ao sol da parte da manhã e uma alimentação saudável rica em betacarotenos (cenoura, batata-doce, beterraba, abóbora, …), são preciosos auxiliares na fixação do bronzeado. A hidratação da pele é, também, indispensável; recomenda-se a ingestão de, pelo menos, oito copos de água por dia, com presença ou ausência do sol. Ah! E não tapar os poros com determinados cosméticos: a pele funciona como os segundos pulmões, mas não pode respirar com os interstícios fechados! E quem paga são os rins…



Maria Bijóias

Título: Escolha um bom bronzeador

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • André BelacorçaAndré Belacorça

    09-10-2012 às 13:43:26

    bem, visto que existem vários tipos de bronzeadores, à que optar pelo bom e barato não é, mas já existem "terapias" ou como se chama, que bronzeia as pessoas, numa máquina, mas também hoje em dia o que é que as máquinas não fazem não é? já existem várias formas. A minha é nem mais nem menos o Sol, com cuidados a ter claro, fico totalmente bronzeado sem ter que optar por vários caminhos

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    08-10-2012 às 23:54:06

    Associar um bronzeador com efeitos de protecção é o ideal. Uma pele morena é sempre bonito de se ver, mas há que ter em atenção toda a informação que nos chega e que muitas vezes não absorvemos quanto aos problemas resultantes da tentativa de ter um bronzeado bonito. O envelhecimento, o cancro da pele entre outros problemas por acusa do excesso de sol são realidades graves que com um bronzeador/protector podem ser evitados ou atenuados.

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    08-10-2012 às 23:47:16

    antes de escolher um bronzeador, primeiro deve-se escolher um bom protector. para mi sempre factor 50 e como gosto pouco de praia nunca chego à fase do bronzeador, pois normalmente o bronzeador tem o factor muito baixo, por volta de 6 acho eu (sem certezas). para além de ficar com as mãos todas oleosas e brilhantes. horrível, mesmo. não recomendo a ninguém. já sem falar no factor cabelo, que fica com óleo.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    15-09-2012 às 15:19:14

    Já utilizei bronzeador, mas não concordo com o uso destes produtos. Isto deve-se principalmente à inexistência de bronzeadores com um factor elevado de proteção solar. O factor de proteção mais elevado que vi num bronzeador foi de 20, que não é, de todo, suficiente. Ainda que seja comummente aceite que a cada tom de pele corresponde um valor de proteção mínimo, a maioria dos especialistas defende que uma proteção inferior a 30 não é recomendada.

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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