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A busca da beleza

Categoria: Beleza
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Comentários: 4
A busca da beleza

Ao longo da história da sociedade ocidental, homens e mulheres experimentaram valores e significações diferentes frentes aos diversos padrões de beleza, que existiram nas décadas de 60 a 90. A mulher construída como o belo estético, e foi destituída de qualidades e papeis mais valorizados e coloca em relação direta com o mercado e os desejos masculinos. Em qualquer sociedade, o corpo está preso no interior de poderes muito apertados, que lhe impõem limitações, proibições o que faz com que a historia das técnicas de intervenções do corpo, e da beleza humana, seja também a historia de como a sociedade tratou do cuidado de se, e do próximo.

Tais intervenções ocorreram principalmente como forma de adaptação social e cultural do povo, atravessando, portanto, todos os âmbitos que correspondem ao relacionamento com o outro e com sigo, tais como a técnica de produção, trabalho, comunicação, estética e consumo. O comportamento de mulheres e homens frente à exigência de enquadrarem seus corpos aos padrões de beleza que atua baseados no corpo sarado, magro e maleável as novidades de forma e texturas que são instituídas pela moda, instituiu a sua explicitação e centralidade, transformando-a em um componente do mercado, como sujeito ou objeto de consumo, integrados nas indústrias de cosmético, roupas, clinicas de estética, academia de ginástica, publicidade, técnicas medicas de cirurgias plásticas em busca da beleza, sobe a lógica do sistema da moda.

Vale ressaltar que os meios de comunicações têm um grande poder de exerce um papel decisivo nas idéias das imagens corporal. A beleza sempre foi propagada pela mídia no intuito de reforçar valores e atrair leitores, espectadores e, recentemente audiência. Neste caso, ela pode ser considerada um espelho da sociedade, ou seja, divulga aquilo que os indivíduos determinam na época ou local que consideram como sendo verdade. É interessante repensar que a beleza masculina e feminina está em busca do ser belo, que vem sendo um tema constante nos dias atuais; pessoas buscam compreendê-la por seus diversos ângulos, na tentativa de alcançá-la e ter a formula mágica para mantê-la presente em sua vida. Está intrínseco no pensamento da maior parte da população que a beleza, e o corpo perfeito podem estabelecer a possibilidade do que o ser humano pode ser feliz ou não, obter sucesso ou não e de ser aceito pela sociedade.

É através da beleza corporal que o ser humano pode estabelecer uma relação com o seu eu. E o meio em que vive segundo o que a sociedade nos impõe, assim expressando seus desejos e frustrações. É necessário, portanto, entender a individualidade de cada ser, buscando uma perfeita harmonia na integridade da beleza corporal.

Waldiney Melo

Título: A busca da beleza

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    26-06-2014 às 03:12:58

    A moda sempre passa. Por isso, devemos ser nós mesmas e outra, sempre haverá um homem que se atrai pela mulher, independente de ter um corpão ou não. Seja você e pronto!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 18:48:48

    a busca pela beleza é uma constante. este artigo está mais actual do que nuca. desde já parabéns pelo tema. estamos envolvidos numa sociedade que exige às pessoas boa aparência, não só física como espiritual. a espiritual é mais difícil, pois com o stress de hoje em dia, só num mosteiro asiático. quem é que não cede perante ais exigências? para arranjar namorado, emprego, amigos, a nossa aparência tem que ser impecável.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoBernardo

    05-06-2011 às 15:59:06

    Ótimo texto e argumentações maravilhosas. Infelizmente estamos todos inseridos nesta sociedade capitalista que nos faz pensar que o status social e a coisa mais importante do mundo. E muito difícil conseguirmos mudar este pensamento que contagia 99,99 % da população mundial. Esperamos então por uma mudança inalcancavel haha ??

    ¬ Responder
  • carolcarol

    02-04-2011 às 18:48:01

    eu tenho 11 anos e eu ganhei esse livro e muito legal
    e ah muita dicas bem legal
    ass carol

    ¬ Responder

Comentários - A busca da beleza

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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