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Romantismo em Portugal

Categoria: Arte
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Romantismo em Portugal

Portugal recebeu o Romantismo pelos poemas Camões e D. Branca, de Almeida Garret. O escritor nasceu no porto, a 4 de Fevereiro de 1799. Com o golpe absolutista por parte de D. Miguel em Vila Franca de Xira, Almeida Garret viu-se obrigado a exilar para a Inglaterra, onde encontrou a sua inspiração: o romantismo. Morreu com 55 anos, em Lisboa.

Na arquitectura do Romantismo destaca-se a figura D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha (de origem austríaca), o segundo marido da rainha portuguesa D. Maria II, cognominada a Educadora (1826-1853).

D. Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Rafaela Gonzaga nasceu a 4 de Abril de 1819, no Rio de Janeiro, filha do rei D. Pedro IV e de D. Leopoldina de Áustria. Aos sete anos, o seu pai abdica do trono em seu favor com a condição de esta casar com o seu tio D. Miguel, o que não chegou a acontecer.

Subiu ao trono a 2 de Maio de 1826, mas só começou a governar em 1834, com quinze anos. Em 1815, casou pela primeira vez com o príncipe Augusto Luchtenberg, que morreu dois meses depois. Só voltaria a casar em 1836 com D. Fernando. Deste matrimónio surgiram onze filhos (Pedro, Luís, João, Maria Ana, Maria Antónia, Fernando, Augusto, Maria, Leopoldo, Maria e Eugénio). D. Maria morreu, em Lisboa, em 15 de Novembro de 1853. O seu marido, D. Fernando faleceu muito tempo depois, a 15 de Dezembro de 1885, em Portugal. Ficou conhecido por «Rei-Artista».

Na arquitectura destaca-se o Palácio da Pena, o Palácio de Monserrate e a Quinta da Regaleira em Sintra, Praça de Touros do Campo Pequeno e a Estação do Rossio, em Lisboa.

Na escultura, como já tina acontecido na Europa, teve pouco destaque em Portugal. Destacam-se os nomes de Simões de Almeida, António Soares dos Reis e António Teixeira Lopes.

Na pintura, os artistas usam temas como a Natureza para transmitir os seus estados de espírito. Destacamos Domingos António Sequeira, Tomás da Anunciação, Luís Pereira Menezes e Francisco Metrass.

O Romantismo mostrou-se uma cultura de burguês, ao contrário do Classicismo, que era uma cultura de elites. Tudo começou com a Revolução Industrial, que passou o poder monetário para os burgueses. O equilíbrio deu lugar à desordem.


Daniela Vicente

Título: Romantismo em Portugal

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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