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A escolha dos sapatos perfeitos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Comentários: 3
A escolha dos sapatos perfeitos

Às vezes não se dá a devida atenção aos pés mas na realidade eles são das partes mais importantes do nosso corpo.

Devem assim ser mimados o melhor possível pos são eles que sustentam o peso do corpo e nos fazem andar por todo o lado.

Quando chega o tempo quente e, com ele,os dias mais longos, as idas à esplanada, à praia e os passeios a pé, são rituais que passam a fazer parte da rotina e dão uma cor nova à vida. Para não falar dos jantares com os amigos, da ida à discoteca ou ao cinema.




Contudo, exigem mais da nossa aparência. Claro que aparecer com botas numa reunião ou ocasião especial está fora de questão, mas levar sapatos de salto alto pode não se revelar o ideal!.

Sem dúvida alguma que o que calçamos pode salvar ou arruinar uma toilette e como é óbvio esta tem que ser adaptada á situação.

Deste modo são os sapatos que têm de se adaptar aos nossos pés e não o inverso como muita gente pensa, comprando sapatos para se adaptar a eles.

O pé está programado para andar descalço em terrenos irregulares, adaptando-se às suas curvaturas. E, o calçado deve ser de materiais naturais, arejado e respeitar a morfologia do pé. Por isso deve escolher-se sempre sapatos de pele. Esta é essencial ao bem-estar e à saúde da pele e um sapato muito fechado, apertado ou de materiais sintéticos pode proporcionar a propagação de fungos e bactérias.

O ideal para quem tem de permanecer de pé durante muitas horas é usar um salto de dois centímetros pois ajuda o pé a adaptar-se ao solo liso. No entanto a altura ideal dos saltos é determinada pelo tamanho do pé, que condiciona o ângulo entre a planta do pé e o calcanhar.

As medidas ideais devem ser de 3,5 cm para quem calça o 36/37, 4cm para quem calça 38/39 e 4,5 para os que calçam 40/41 cm. Os saltos superiores a 4,5 cm, nunca devem ser usados diáriamente, porque podem provocar problemas nos pés, pernas e coluna. Para não falar do risco de entorse, lesão dos ligamentos e joanetes.

Para azer longas caminhada os sapatos aconselhados são os de desporto.

Ás vezes é difícil resistir aos saltos altos, mas a nova colecção para verão já está atenta ao conforto dos sapatos e aposta em saltos mais grossos, cunhas e na meia pata alta, que proporcionam mais estabilidade. Estes não fazem tão mal à saude em geral.

É necessário ter cuidados especiais com os pés e independentemente dos sapatos que se usam, deve ainda usar-se umas meias de algodão, lã ou seda, no inverno, tendo o cuidado de as mudar diáriamente. Por outro lado, a hidratação dos pés é um cuidado essencial.

Estes cuidados constam de esfregá-los com uma esponja, secá-los bem,em especial entre os dedos.

A hidratação é importante não só em termos de estética mas também de conforto e bem-estar. Devem ainda ser lixados com uma lima e esfoliados uma vez por semana. Deste modo os pés ficam mais suaves, hidratados e óptimos para uns sapatos com um bom design e conforto. Estes dois devem andar sempre de mãos dadas!


Teresa Maria Batista Gil

Título: A escolha dos sapatos perfeitos

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-06-2014 às 14:45:39

    Adoro sapato de salto alto, mas não sei bem andar com eles, estou a aprender! Penso que os sapatos perfeitos são aqueles em que nos sintamos bem, confortáveis e lindíssimas!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia Nunes

    14-09-2012 às 11:18:03

    Não conhecia a dica que sugere que para cada tamanho de pé, ou número de calçado, existe um limite ideal de altura do salto. Gostaria apenas de acrescentar que também a altura da mulher deve ser tomada em consideração quando escolhemos os sapatos: assim, mulheres com 1,60m ou menos devem evitar sapatos rasos, pelas razões óbvias, mas também não devem usar saltos vertiginosos, uma vez que os saltos seriam demasiado evidenciados, tornando o visual desproporcional.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 16:11:50

    eu adoro escolher sapatos, mas nunca tenho garnde sucesso com a escolha. lá de vez em quando escolho um par engraçado que até fica bem, mas tenho o armário cheio de sapatos que não uso, ou porque não se adequa a minha actual maneira de vestir ou porque o pé diminui. sim o meu pé diminui no tamanho - juro que calçava o 37 e agora calço o 35. no mínimo estranho, eu sei.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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