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Os primórdios da arte

Categoria: Arte
Visitas: 50
Os primórdios da arte

No Paleolítico Superior, a escrita era falada e utilizada como uma forma de reter informações para que estas não caíssem no esquecimento. No entanto, “falar” abrangia a comunicação através de grunhidos e da arte rupestre e não de letras e frases.

Embora o som seja importante para comunicar – grunhidos, música -, a arte rupestre é sem dúvida a maneira de comunicar mais marcante deste período, pois teve um desenvolvimento fantástico, que ainda hoje é visível em muitas cavernas espalhadas pela Europa – Lascaux, Chauvet, Altamira, Cosquer, entre outras.

Em relação ao som, há provas que podem levar à conclusão de que o Paleolítico Superior recorria a este método: a existência de tubos de ossos que hoje são usados como flautas, a descoberta do crânio de um mamute que poderá ter sido utilizado como tambor e, por fim, a presença de representações feitas pelos artistas de supostos indivíduos a tocar instrumentos.

Respectivamente à arte rupestre, esta era desenhada em cavernas e grutas com sangue, saliva, argila ou/e excrementos de morcego. Consta-se que a arte rupestre atingiu o apogeu no Magdalenense.

O Homo Sapiens Sapiens dominava técnicas sofisticadas para elaborar as ferramentas essenciais para capturar os seus alimentos. Grande parte destes alimentos era adquirida através da pesca e da caça, o que exigia técnicas e materiais específicos. Estas técnicas passavam de geração em geração através de um processo de demonstração, que funcionava como mais um elemento de aprendizagem. Portanto, o domínio destas técnicas exigia uma capacidade de memória de execução que se mantinha a longo prazo e era comum a todas as comunidades. A pesca e a caça eram temas utilizados pelos artistas na pintura. Logo, podemos deduzir que a arte rupestre era utilizada como suporte de memória, pois estes desenhavam as actividades – pesca, caça – ilustrando as técnicas e as ferramentas com que matavam o animal.

A arte era usada para comunicar com outras pessoas, sobretudo, dentro de um grupo de artistas ou de uma comunidade. Estes tinham como preferência desenhar animais, como o cavalo e o bisonte, mas também desenhavam cenas do quotidiano e gráficos. No entanto, os animais não eram desenhados aleatoriamente, pois um determinado animal estava destinado a ser desenhado num certo lugar, levando-nos a concluir que estamos perante sinais que são partilhados. Os gráficos representavam símbolos para os habitantes deste período. Actualmente, a representação incompleta dos animais, como por exemplo, a crina do cavalo, ainda é incompreensível.

O homem pré-histórico é, incrivelmente, observador e capta a realidade com grande precisão passando para as paredes e tectos da gruta esse realismo. Mais do que observador, é também inteligente, pois consegue aproveitar a morfologia das rochas para desenhar o movimento dos animais ou as características do seu corpo. Ao preservar este seu património, o homem pré-histórico, consciente ou inconscientemente, está a comunicar, pois está a passar para os povos seguintes informações do que aconteceu naquele período.
Existem indícios de que algumas cavernas decoradas foram visitadas várias vezes ao longo de milhares de anos. Os indivíduos que operavam nestas cavernas aparentam respeitar os padrões já existentes, de forma a não invadir os seus limites. É possível que estes visitantes tenham mantido na memória os significados das representações.

Algumas descrições foram também aparentemente retocadas, dado que se distinguem traços sobrepostos ou reunidos em algumas figuras. Em alguns casos estas alterações poderão ter sido executadas num curto espaço de tempo, no entanto, outras terão sido feitas milénios após a sua primeira realização. Pode também acontecer, apesar de mais raramente, que o novo grupo de visitantes destrua as pinturas dos seus antecessores.


Daniela Vicente

Título: Os primórdios da arte

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários - Os primórdios da arte

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Secretária em vidro

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Tema: Mobiliário
Secretária em vidro\"Rua
A maior parte das casas tem um escritório para fazer os trabalhos relativos Á profissão ou outros. È uma divisão extremamente necessária para as pessoas se recolherem a trabalhar. Por isso o escritório deve ser um local com conforto e agradável. O ambiente torna-se extremamente importante para o recolhimento necessário e a concentração que certos trabalhos exigem. Se não se tiver no local de trabalho tem de construir-se em casa.

Em todas as profissões é útil ter uma secretária para colocar um computador portátil. Livros e outros acessórios. É uma peça de mobiliário que não se dispensa de forma nenhuma. Desde sempre que foi indispensável na escola, no escritório, na empresa. A sua funcionalidade é como a do computador que praticamente não se dispensa. Para onde se vá leva-se o computador portátil a servir de complemento.

No que diz respeito à secretária ela exige um bom material e design bonito. E de facto há secretárias muito belas desde o seu modelo ao material e design. Por exemplo uma secretária em vidro fica muito bem num escritório amplo de uma vivenda ou numa empresa particular bem decorada. Pode colocar-se também num pequeno escritório de um apartamento ou numa sala especial e decorada a gosto. Há quem prefira ter uma secretária num espaço pequeno especificamente para trabalho. Deste modo concentra-se mais nele e não pensa no que tem para fazer em casa. Ou seja, dá mais prioridade ao que eventualmente tenha que fazer numa secretária. Para além de ajudar a decorar e embelezar o espaço onde se coloca dá um certo ar de charme e gramou num ambiente. Se este for decorado com objectos bonitos de decoração e uma estante para livros dá um ar mais intelectual ao ambiente. Deste modo mais propício para o recolhimento.

Não é por acaso que muita gente prefere o seu escritório para passar as horas que dispõe no seu quotidiano ou fins – de - semana. É um local propício a pensar mais nos projectos, no trabalho e nos encargos da vida. Deste modo cada divisão da casa tem uma funcionalidade diferente e um ar distinto dos restantes.

Não quer dizer que uma secretária em vidro não fique adaptada noutro local que não seja para o trabalho de estudantes ou outros, ela pode ainda adaptar-se para embelezar ou harmonizar espaços que estejam por preencher numa casa maior ou outro local. Sem dúvida que a secretária em vidro não vai deixar mal nenhum espaço onde se coloque.

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Teresa Maria Batista Gil

Título:Secretária em vidro

Autor:Teresa Maria Gil(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    20-04-2014 às 15:52:38

    Fantástico texto! A Rua Direita agradece!

    ¬ Responder

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