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Arte Sacra

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 10
Comentários: 2
Arte Sacra

Todos conhecemos o nome e de certa forma identificamos os seus trejeitos. Arte Sacra! De uma beleza inconfundível, caracterizam-se pelos gestos finos e delicados e pela extraordinária harmonia e acalmia que transmitem.

Algumas peças, traduzem-se em verdadeiro monumentos de sentimentos, de dor e de fé, inspiradas na vida e passos de Jesus Cristo, outras, mais contidas e pequenas, mas de imponência idêntica, retratam Santos e discípulos seguidores e fiéis.

Arte Sacra é o nome dado à produção qualificada e destinada ao culto sagrado e obriga-se a uma elevação espiritual, sagrada.

Independentemente de existirem obras que retratem imagens com carácter religioso, estas podem não ter essência suficiente para serem consideradas Arte Sacra, sendo denominadas como Arte religiosa.

Por exemplo, um quadro, mesmo que de ordem religiosa, pode não ser o mais apropriado para que perante tal imagem se celebre uma Santa Missa.

Considerada a teologia em imagens, o artista que produz uma peça de arte tão sublime, obriga-se a uma espiritualidade suprema. Um artista na sua mais extraordinária palavra.

Com várias imposições e proibições pelo Vaticano, a Arte Sacra é uma das mais procuradas em todo o mundo, podendo ser expostas em Igrejas, Sés e monumentos históricos, mas também em casas particulares, onde a devoção e respeito se aliam ao bom gosto.

Muitas vezes noticia nos meios de comunicação social, esta Arte é procurada por seguidores compulsivos que abraçam e associam a sua fé à imagem que idolatram.

De espólios de valor incalculável, as igrejas vêm muitas vezes os seus lugares de culto violados por ladrões de Arte Sacra. Nas investigações e pesquisas feitas até hoje, relativamente aos roubos de Arte Sacra, entende-se que os assaltantes têm um perfil muito característico, ou seja, não estamos a falar de um ladrão normal.

Normalmente roubadas para serem vendidas no mercado negro, muitos são os colecionadores que se sentem tentados a comprar a beleza destas peças, mesmo sabendo a sua origem.

Desengane-se quem julga que da Arte sacra, apenas de vislumbram estátuas e imagens espiritualmente religiosas. A música e as joias, também podem fazer parte destas obras tão peculiares.

Detentoras de uma beleza profunda e límpida, de inegável pureza, os colecionadores destas obras, mostram-nas com cuidado mas com uma enorme vaidade. Em altares próprios para a devoção necessária, ou se em casas mais pequenos, o lugar de destaque é sempre imponente e sagrado.

Só para apreciadores e amantes, pois os custos são elevadíssimos, e muitas vezes incalculáveis.


Carla Horta

Título: Arte Sacra

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 10

779 

Imagem por: dweekly

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • amanda

    28-09-2012 às 16:15:34

    quem compra obras sacras ?? tenho uma para vende- lá mais é um crucifixo , e dentro tem reliquias de Santos dentro do crusifixo em miniaturas , é um crusifixo muito antigo , esse crusifixo tem 4,1 cm ...

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 18:56:37

    A arte sacra é uma arte muito bonita, ainda mais para quem é crente. Deslumbra-se o poder da Igreja através desta. Cheia de riqueza, como pedras preciosas incrustadas em crucifixos, castiçais, custódias, entre outros elementos do serviço religioso. No Mosteiro São Vicente de Fora podemos ver uma exposição de bens usados por figuras importantes da Igreja, o que chega a ser muito interessante mesmo para quem não é crente. O seu texto está agradável.

    ¬ Responder

Comentários - Arte Sacra

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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