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Afiação de ferramentas e serras

Categoria: Ferramentas
Visitas: 10
Comentários: 2
Afiação de ferramentas e serras

Muitos dos trabalhos que executamos, precisamos fazer uso de ferramentas, se fossemos listar todas as ferramentas que usamos diáriamente começaria pela faca de cozinha, sei que é um utensílio doméstico mas, imagine uma faca cega; é horrível querer cortar uma carne e ao invés da carne cortar os dedos, sem dizer a força que se emprega para o corte. Pois é, quem já passou por isso sabe bem como é. Imagine isso acontecer com ferramentas e serras, ao tentar cortar um piso, lá está uma máquina que não corta, vai usar a serra e nada de corte, é o suficiente para atrasar e irritar qualquer um.

Na execução de um trabalho que requer o uso de serras e ferramentas, é imprescindível estar com a afiação em dia, melhor dizendo; antes de executar qualquer trabalho é preciso testar o equipamento.

Manter uma ferramenta afiada e lubrificada aumenta a durabilidade, uma vez que quando a ferramenta está funcionando conforme o esperado, não há necessidade de empregar força mais que o necessário, acreditando-se que com isso irá compensar o pouco corte que a ferramenta dispõe.

Algumas ferramentas são consideradas como ferramentas de cortes especiais como por exemplo as brocas de metal duro, as brocas e brochas helicoidais, a reafiação é usada também na recuperação de ferramentas.

Ferramentas e serras sofrem desgastes com o tempo de utilização, se não estiverem devidamente afiadas, sofrem deformações, trincas e aquecimentos. Para cada ferramenta e serra tem um tipo de rebolo usado em cada máquina afiadora. A afiação de ferramentas e serras devem ser realizadas periódicamente, as ferramentas e serras das grandes indústrias são afiadas dentro da própria indústria em um setor exclusivo para afiação. No setor industrial, a afiação faz parte do controle de segurança no trabalho, já que uma ferramenta cega pode causar acidentes, além de trincar.

O amigo leitor talvez esteja pensando: Todo mundo sabe que para fazer uso de serras ou ferramentas, se não estiverem afiadas, não há como executar o trabalho.

Sim, é evidente que o desempenho de uma serra ou uma ferramenta cega é péssimo além de causar danos, até mesmo os que eventualmente usam tais ferramentas deveriam saber disso mas, falar em afiação é mais que falar algo que se sabe é, sem nenhuma pretensão de ensino, abordar um tema que muitas das vezes, só lembramos de fazer a afiação no momento do uso e, pode acontecer que ao emprestar a um amigo, a ferramenta volte sem corte, por tanto, lembrar de verificar a afiação nunca é demais.


Sílvia Baptista

Título: Afiação de ferramentas e serras

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 10

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEu Mesmo

    05-04-2013 às 19:16:25

    Essa "Faca 'S'ega" no seu texto doeu a vista e ofendeu o português colega! Arruma isso que não tá legal!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-05-2014 às 21:43:05

    A Rua Direita agradece a observação e afirma que já foi corrigido no texto. Obrigada!

    ¬ Responder

Comentários - Afiação de ferramentas e serras

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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