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Transporte as ferramentas de uma forma segura

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Visitas: 24
Comentários: 1
Transporte as ferramentas de uma forma segura

As ferramentas são utensílios que capacitam o Homem para a realização de tarefas que, de outra maneira, ele não conseguiria levar a cabo com tanta segurança e eficiência. Não obstante, antes de iniciar o uso de qualquer ferramenta, é preciso conhecer o trabalho a executar, bem como ter uma ideia geral dos tipos de ferramentas mais adequados à prossecução dos seus objetivos, evitando ou amenizando possíveis riscos de acidentes decorrentes do manuseio.

Os incidentes ocorridos com ferramentas manuais são bastante comuns e consubstanciam, nomeadamente, golpes nas mãos ou em partes do corpo mais expostas, choques, entrada de partículas para os olhos, esforços exagerados, contactos com a corrente elétrica,... A principal causa prende-se com uma utilização desajustada da ferramenta, manutenção imprópria, produtos de baixa qualidade ou portadores de defeitos, transporte deficiente e falta de uso de luvas ou equipamentos de proteção.

Há que verificar sistematicamente: as condições dos cabos e respetivo encaixe, à procura de hipotéticas rachadelas (martelos, serras, limas, chaves de fendas), atentando ainda no formato, peso e dimensão, para aferir acerca da sua adequação (do ponto de vista ergonómico); as bocas e os braços de ferramentas como alicates, chaves e outros; os dentes de limas e serrotes; a existência de proteção isolante (no caso de equipamentos elétricos; se as ferramentas de corte (facas, tesouras, …) estão afiadas. Paralelamente, é recomendável usar ferramentas que não soltem faíscas em ambientes com gases inflamáveis e não utilizar as ferramentas para fins para os quais não foram projetadas, bem como munir-se sempre com luvas, óculos de proteção, calçado adaptado (que pode evitar o esmagamento dos pés), etcétera.

Para transportar as ferramentas de uma forma segura, é aconselhável socorrer-se de caixas, bolsas e cinturões especialmente fabricados para o efeito. As ferramentas afiadas requerem a utilização de bainhas. Nunca se devem colocar ferramentas nos bolsos da roupa que se tem vestida, e a subir e descer escadas, convém deixar, pelo menos, uma mão livre e cuidar para que, na iminência de uma queda, não haja azo a ferimentos provocados por lâminas ou pontas aguçadas. Adicionalmente, as ferramentas devem ir de tal modo acondicionadas que não ameacem cair nem lesionar quem as transporta.

Da manutenção das ferramentas consta a reparação dos defeitos, preferencialmente por um profissional especializado. Consertos provisórios conduzem, vulgarmente, a acidentes, mais cedo ou mais tarde.

No que respeita às ferramentas elétricas, para além das precauções de carácter geral, é importante acautelar cabos em mau estado (fios sem proteção ou com fita-cola), assim como a ligação direta dos cabos condutores às tomadas. JAMAIS se devem manipular ou alterar os dispositivos de segurança dos aparelhos, quer se trate da instalação elétrica ou da própria ferramenta (interruptores diferenciais, termomagnéticos,...), uma vez que eles fornecem informação sobre um possível mau funcionamento destes.


Maria Bijóias

Título: Transporte as ferramentas de uma forma segura

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: Robert S. Donovan

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 04:49:46

    Sempre com cuidado para não quebrar ou danificá-las. Ótimo texto!

    ¬ Responder

Comentários - Transporte as ferramentas de uma forma segura

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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