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Black Jack em 8 passos para o sucesso.

Categoria: Outros
Black Jack em 8 passos para o sucesso.

Conheça as 8 estratégias para se dar bem nesse jogo incrível.

Olá neste artigo vamos conhecer algumas das muitas atitudes, adotadas

pelos jogadores, mais experientes e bem sucedidos, de Black Jack. Se você

ainda não conhece o jogo não fique parado comece desde já a praticar para

se tornar um campeão. E caso você queira ganhar dinheiro com isso não

deixe de pensar nesses oito conselhos!

1- Ouça os mais velhos.

Quando os jogadores pedem um conselho a algum outro jogador mais

experiente a primeira coisa que ele ouve é: “Pratique!”. Então faça isso

mesmo. Jogue muito, pois é jogando que você vai acumulando experiências

e memorizando situações que podem ser bem úteis em muitos momentos de

tensão. Aproveite-se das versões on-line e grátis do jogo para praticar e se

aprimorar.

2- Opção Double Down para dobrar sua aposta.

Essa opção fornece a chance de faturar o dobro e fornece outra carta. Faça

isso sempre que tiver, por exemplo, um 10 contra um 9 ou menos do dealer,

pois isso fará com que a probabilidade de ganho seja imensamente boa.

3- Atenção às cartas do Dealer.

Essa é uma dica e ao mesmo tempo uma regra. Caso o Dealer tenha um

valor inferior a 16 ele é obrigado a pegar mais uma carta. Então se você

tiver um valor inferior a 17 o ideal é pedir outra carta também, caso você

tenha 17 ou mais e percebe que existe uma probabilidade maior de saírem

cartas altas a vantagem está ao seu lado, aumente o valor da aposta e

divirta-se.

4- Uma boa hora para fazer um Split.

Fazer um Split significa que você vai aumentar a aposta dividindo a suas

duas cartas iguais e jogando com duas mãos. No entanto nem sempre pode

ser vantajoso fazer o Split, por isso evite fazer Split com K, Q, J, 10 e 5.

Caso contrário sempre divida para multiplicar os ganhos.

5- Deixe a emoção de lado.

Não estamos falando aqui de contar cartas, mas mesmo assim o jogador

deve ser manter calmo e livre de emoções que podem o prejudicar. Mesmo

as emoções positivas, pois o Black Jack é um jogo imprevisível e o bom

jogador também é aquele que sabe perder e principalmente a hora de parar.

6- Margem de lucros e prejuízos.

Você não vai querer se meter em encrenca quando for jogar, por isso antes

de começar a jogar estabeleça um valor que você está disposto a perder e

um valor que está disposto a ganhar. Ficando dentro dessa margem você

não terá problemas.

7- Escolha sua mesa com critério.

Escolher a mesa é um bom começo quando se quer ter lucro, mesas com

5% e Double Down é uma boa opção para não esquentar a cabeça.

8- Jogando em cassinos físicos? Não se esqueça da gorjeta ao Dealer.

Os Dealers de Cassinos físicos nem sempre ganham muito com o salário,

seu maior rendimento são as gorjetas, por isso se você se der bem em uma

mesa não se esqueça de deixar uma gorjeta ao Dealer, fazendo isso você

perceberá a vantagem de ver uns sorrisos nas mesas de vez em quando.


Jhon Erik Voese

Título: Black Jack em 8 passos para o sucesso.

Autor: Jhon Erik Voese (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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