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Criogenia- Ciência da congelação

Categoria: Outros
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Criogenia- Ciência da congelação

A ciência está sempre em constante evolução e transformação, trazendo á luz novas descobertas e conhecimentos.

Antigamente era impensável saber que era pssível preservar a vida sob as mais variadas formas à custa do complexo processo de congelamento a um nível atómico.

Nos dias de hoje descobriu-se o fabuloso e desafiante mundo do ultrafrio, graças á nova ciência chamada criogenia ou ciência da congelação.

Em termos mais simples, a criogenia é a ciência do extremamente frio, em que é opossível congelar pessoas ou animais mortos, na esperança de uma reanimação futura, a chamada criogenização.

Na verdade ela é uma alternativa ao enterro, e estuda as propriedades e aplicações de líquidos, materiais e ambientes extremamente frios.

Quando se fala em ambientes frios, refere-se a temperaturas abaixo de 150 graus Celsius, que constitui o estado mais frio da matéria. Mas, os investigadores, para obterem temperaturas mais baixas, têm de alterar os estados naturais dos gases, como o hélio e o azoto, dois dos elementos mais abundantes no universo.

O azoto é um gás à temperatura ambiente, mas graças À criogenia, é possível baixar a sua temperatura, tornando-o um líquido superfrio, fácil de armazenar e transpoertar em tanques vácuos.

È evidente que tudo isto só é possível, graças à Física, que é capaz de arrefecer os gases, usando permutadores de calor. Depois de arrefecido e comprimido, o ar é pulverizado para um grande tanque de armazenamento, baixando drásticamente a temperatura até ficar liquefeito. Em seguida o ar é destilado e separado dos elementos que o compõem, como o azoto, xigénio, hidrogénio e hélios líquidos.

Estes líquidos arrefecidos são os conhecidos refrigerantes, de temperaturas artificialmente baixíssimas.

Estes resultados foram de tal modo revolucionários, que foi possível, graças aos motores de combústivel líquidos, fazer um voo espacial. Estes combustíveis líquidos podem inclusivamente arrefecer foguetes sobreaquecidos.

Além disso é possível, através desta ciência, arrefecer certos metais e compostos quimicos que conduzem a eletricidade sem perca de energia.
A crigenia é uma ciência fantástica, em virtude de oferecer uma forma eficaz e segura de preservar amostras de tecido vivo, em laboratórios, bancos de sangue, hospitais e clínicas, que congelam óvulos, embrióes, bactérias, vírus e tecidos vegetais.

Estas células vivas armazenadas a temperaturas criogénicas, ficam animadase a salvo da morte ou deterioração das células.

Deste modo, é possível após vinte anos, serem descongeladas e usadas com sucesso na fertilização in vitro. È o caso do esperma e embriões de milhares de espécies animais e vegetais que são congeladas durante muito tempo.

Em todo o mundo, biólogos e cientistas, estão a preservar amostras, para criar uma espécie de "Arca de Noé", de espécies ameaçadas de extinção, a fim de as preservar no futuro.

Esta é sem dúvida a mais espetacular transformação que é possível fazer através da ciência da congelação ou ultrafrio.


Pedro gil Ferreira

Título: Criogenia- Ciência da congelação

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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