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A Massificação Das Máquinas Fotográficas

Categoria: Fotografia
Visitas: 6
A Massificação Das Máquinas Fotográficas

A máquina fotográfica digital é um instrumento que, apesar de existir já desde há algumas décadas, se massificou a partir do início do séc. XXI.

Foram vários os factores que permitiram esta massificação, mas os mais importantes talvez sejam o facto da disseminação dos computadores e da Internet e os preços que se passaram a praticar, permitindo a estes instrumentos serem um produto acessível a uma grande faixa de mercado.

Existem factores a ter em conta aquando da escolha de uma máquina fotográfica. Os principais a ter em conta são o tamanho, a resolução, o zoom ou ainda as ligações externas para descarregar as fotos no nosso computador.

Tudo isto é pesado em relação ao factor principal para a maioria dos consumidores: o preço.

Esta é uma indústria com grande potencial de desenvolvimento, não só devido ao facto de muitos dos instrumentos terem aplicabilidade noutras indústrias (como é o caso, por exemplo, das lentes ou ainda dos sensores de luminosidade), mas também por ter evoluído de forma contínua e acelerada na última década. 

As máquinas fotográficas digitais começaram a desenvolvidas na altura da Guerra Fria, mas foi com o programa espacial norte-americano, nos anos 1960, que se deu o grande impulso no desenvolvimento destes instrumentos que hoje podemos levar para todo o lado.


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Título: A Massificação Das Máquinas Fotográficas

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Axel Bührmann

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

Imagem por: Axel Bührmann

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