Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Fotografia > Álbuns e Books

Álbuns e Books

Categoria: Fotografia
Comentários: 2
Álbuns e Books

A forma como se apresentam as nossas fotografias, podem dizer muito sobre nós. E quando digo, as nossas fotografias, não quero dizer as fotografias que tiramos aos outros e às coisas que nos rodeiam, mas sim às fotografias da nossa pessoa, aquelas que nos tiram a nós.

Na eventualidade de não sermos fotogénicos, fugimos das câmaras fotográficas como do diabo da cruz e somos nós quem por norma é o fotógrafo de serviço.

Mas quando se fala de álbuns ou books fotográficos, o assunto é diferente. Fazer um álbum ou um book, é mostrar-se de todas as formas e no seu melhor e quem se quer mostrar assim, sabe que é fotogénico e que cada fotografia sua é um descobrir constante.

A versatilidade é o mote e mostrar todas as facetas através de fotografia é obrigatório. Quem necessita de um álbum ou book é porque de uma qualquer forma se quer mostrar a alguém com algum objectivo.

Por exemplo, um modelo é obrigado a ter um book. Faz parte da sua apresentação profissional e indispensável quando quiser vender a sua imagem.

Para um álbum ou book profissional são obrigatórias algumas características em várias vertentes.

Relativamente às fotografias, estas devem ter a cor correcta e a luminosidade ser a mais indicada para cada pose. No fundo, uma fotografia representa algo, e essa representação só está completa com a luminosidade e cor perfeitas. Uma fotografia que fala tem de estar em harmonia num todo e sem a luminosidade, o painel traseiro e a cor, o resultado pode não ser o desejado.

Mas se estes aspectos estiverem salvaguardados por um profissional, quem é fotografado também tem de se apresentar na melhor forma.

Roupa discreta ou ousada tem sempre de ser actual e a fotografia tem de contar uma história, pelo que a indumentaria é fundamental.

Um book só está completo se estiverem presentes fotografias obrigatórias.

A frente do modelo é fundamental. A forma como se exprime, tanto a rir, como com um ar sensual, discreto, atractivo, furioso ou puro e simplesmente normal. De forma alguma se pode mostrar indiferente. A fotografia tem de ser a sua grande marca.

O perfil também é importante e obviamente que o sorriso que mostre a descontracção, ou um ar pensativo são fundamentais.

A posição do corpo também tem de estar presente no book, pelo que finja que corra, salta ou faça uma pose mais interessante, para demonstrar versatilidade.

Um book é um documento fundamental para um profissional, mas se se acha interessante quando lhe tiram uma fotografia, pode sempre experimentar fazer um para si. Uma sessão fotográfica é sempre uma experiencia interessante.


Carla Horta

Título: Álbuns e Books

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 0

718 

Imagem por: Savara

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-05-2014 às 18:40:33

    Ter um álbum e book é sempre uma oportunidade de reviver aqueles momentos especiais da nossa vida. Principalmente, aqueles únicos como o casamento, festa de 15 anos, baile de formatura, dentre outros.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatização[email protected]

    21-08-2012 às 18:50:59

    otimo

    ¬ Responder

Comentários - Álbuns e Books

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: Savara

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios