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O que deve saber quando comprar um barco

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Barcos
Visitas: 58
Comentários: 3
O que deve saber quando comprar um barco

É certo que todos nós temos um certo fascinio pela mar. Ver o por do sol numa embarcação, quer com os amigos, quer com a cara metade. O romantismo ou a folia podem ser partilhados dentro de um barco, e se não enjoar, vai com toda a certeza usufruir de muitos bons momentos.

No entanto, na hora de decidir qual o barco que deve comprar, existe sempre alguma hesitação. Primeiro que tudo pensar qual é o destino que queremos dar ao barco, ou no minimo, os destinos que queremos percorrer.

Se a ideia é dar pequenos passeios com a pequena familia, a opção passará por um barco mais pequeno, mas se pelo contrario, a intenção passa pelo desafio de disfrutar de viagens mais longas com os amigos, numa disposição de aventura, terá a abrir os cordões á bolsa, e adquirir um barco maior e mais robusto.

Para que não compre um barco que tenha passado pelo Cabo das Tormentas, ajudamo-lo a decidir a melhor opção para si, exclarecendo-o sobre o que deve ter em conta na altura de comprar um barco. Se optar por um barco novo, encontrará lugares especializados, onde será encaminhado da melhor forma, e tal como num carro, um barco novo tem garantia do fabricante, pelo que a segurança de que está a fazer uma boa compra é muito maior.

Se a sua carteira só lhe permite comprar um barco usado, tenha em conta vários aspeto.

Antes de mais, e se não percebe muito de barcos, veja as diferença entre eles.

Uma lancha é uma embarcação rápida, para quem procura adrenalina. Mede pouco mais que 6 metros, e o espaço não é para a familia confraternizar. A ideia de adquirir um barco é para se divertir com velocidades. No entanto um iate (tipo veleiros ou lanchas enormes), com uma dimensão acima dos 20 metros, servirá para a familia e amigos numa harmonia mais descontraida. O veleiro a vela, tem a caracteristica de ter o mastro ao centro do barco. Somente os veleios regateiros são adquiridos para velocidade, pelo que se adquirir outro tipo de veleiro, está a adquirir um barco lento. As traineiras, são normalmente de madeira e usadas para a pesca.

Obviamente que existem outros barcos, mas numeram-se estes visto seem os mais conhecidos.

Em qualquer os barcos que opte, tenha em conta não só o estado, mas outros fatores.
Se optar por comprar uma lancha (o tal barco da velocidade), verifique o estado do casco. Tenha especial atenção se o casco foi pintado ou remendado. tamb´+em nos barcos de madeira deverá verificar o casco e procure remendos. Os barcos remendados tem um valor comercial mais baixo no mercado.

Independentemente do barco que esteja a espreitar, verifique o porão através de todas as tampas. Espreite as longarinas, travessas e quilha, e se nada está solto do casco. Também no porão deverá verificar as diferenças de cor, pois assim poderá detetar se o mesmo foi remendado e pintado de novo.

Conselho super importante é nunca comprar um barco com casco em espuma de pvc. Na eventualidade de ter um acidente e se o casco rachar, a água infiltra-se e o barco nunca mais volta a ser o mesmo.

Procure em qualquer lugar do barco, rachas ou locais que tenham sido sujeitos a remendos. Obviamente que um barco usado, apresenta-se de forma diferente de um barco novo, e não há “navio” que com o passar do tempo não apresente rachas, mas se forem apresentadas em grande número, demonstra falta de cuidado do antigo dono, e isso poderá não ser bom sinal.
Verifique ainda todas as ferragens e a borracha que envolve o barco. Estes não devem apresentar rachas e devem estar devidamente fixados.

Quanto á parte electrica e de motor do barco, é também necessária atenção redobrada. Procure pontos de ferrugem. É bastante comum, visto o barco estar dentro de água, mas também aqui poderá verificar o tratamento e a estima a que o barco tem sido sujeito até agora.
Para a parte electrica, tenha em consideração que poderá ser reparada ou substituida, mas atenção ao motor. Poderá ser a alma do negócio. Peça a um mecanico que o acompanhe. Nada melhor que um especialista para o ajudar.

Se comprar um barco num stand, o trabalho estará facilitado. Muitos stands, tal como acontece com os carros, oferecem uma pequena garantia, e como a oferta é maior, o problema poderá passar a ser por onde escolher.

Faça a melhor compra e divirta-se nos seu passeios por mar alto.



Carla Horta

Título: O que deve saber quando comprar um barco

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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765 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    23-04-2014 às 16:18:04

    Antes de comprar um barco, a Rua Direita recomenda que utilize rigorosamente de toda a burocracia que, às vezes, se acha chato, mas que vai te livrar de grandes prejuízos como a documentação legal, os recibos, os dados do vendedor, enfim, todas essas coisas que são importantíssimos!

    ¬ Responder
  • adaada

    15-10-2010 às 00:43:58

    como se compra um barco

    ¬ Responder
  • JuniorJunior

    09-04-2010 às 16:32:06

    Queira desculpar-me, mas a espuma de PVC não absorve água. Você deve tê-la confundido com espuma de poliuretano (PU), que nem mesmo pode ser utilizada como núcleo estrutural em um casco. Cascos antigos utilizavam espuma de poliuretano (PU) para aumentar a flutuabilidade. A espuma de PVC é um dos materiais mais nobres que se pode utilizar em diversas construções mecânicas em compósitos, sejam elas nas áreas: naval, eolica, aeronáutica, ferroviária, automobilística, etc..
    Procure por divinycell na internet, que com certeza abrirá um leque de opções.

    ¬ Responder

Comentários - O que deve saber quando comprar um barco

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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