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Barcos de recreio

Categoria: Barcos
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Comentários: 1
Barcos de recreio

A vertente náutica de recreação iniciou com embarcações de madeira e desenvolveram-se para cascos de resina ou de fibra de vidro, com dimensões variadas, mas sempre direcionadas à prática de regatas ou de cruzeiros.

Os barcos de recreio só podem ser conduzidos por profissionais que disponham de carta de navegação na categoria adequada, emitidas por Institutos Portuários. A exigência da carta visa à segurança do transcurso de navegação e da vida dos viajantes sobre águas.

Os caiaques são as embarcações especializadas para o lazer e são disponibilizados em diversos modelos com finalidades específicas.

Os caiaques abertos, em desenho de prancha, oferecem praticidade para que se suba nele, em águas rasas ou profundas. A estabilidade associa-se ao seu comprimento, inferior a três metros e à sua largura, sempre superior a sessenta e cinco centímetros. Adaptáveis para qualquer situação em rios de grande volume de água até o grau 2, permitem instalar acessórios para cargas mínimas e pequenos confortos. Apropriados para remadores iniciantes ou para passeios de contemplação, de pescaria ou para uma sessão de fotos. As versões em plástico são capazes de vencer leves corredeiras.

Os caiaques de turismo medem acima de três metros e meio de comprimento e são fechados. Servem para expedições curtas. São velozes e confortáveis. Pedem habilidade do remador, especialmente para resolver inundações internas, passíveis de ocorrer durante o percurso.

Para enfrentar rios com pedras, refluxos, ondas e redemoinhos, os caiaques de corredeiras são os barcos apropriados, e exigem um canoísta experiente para lidar com turbilhões. Construído em plástico, tem resistência a impactos em superfícies duras e fortes. Os modelos normalmente têm popa e proa levantadas e são curtos, para facilitar as manobras por vezes excessivamente repentinas. Há modelos capazes de “surfar” em ondas marinhas. Por serem utilizados em práticas moderadamente radicais dispõem de alguns dispositivos de segurança ao canoísta, como acessórios de apoio às coxas e joelhos, finca-pés firmes e flutuadores.

Atravessar mar ou longos rios é a especialidade dos caiaques de expedição. Confeccionados em material resistente, em formatos que propiciam grandes velocidades, medem pelo menos quatro metros e meio, e são compartimentados para condicionar bagagens.

Os caiaques propiciam o mais puro prazer em viagens livres de poluição ou ruídos de motor. Permitem interação com o meio ambiente sem causar grandes impactos. A velocidade depende de sua vontade. Se deseja nutrir-se de paz ou sentir a emoção de uma aventura sem limites, navegue.


Hediene

Título: Barcos de recreio

Autor: Hediene Hediene (todos os textos)

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Imagem por: snowdog?

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:38:40

    É atração de viajantes, turistas e pessoas que vão ao local desfrutar de diversão. Esses barcos de recreio nos dão grande alegria.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Barcos de recreio

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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