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Barcos insufláveis

Categoria: Barcos
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Comentários: 1
Barcos insufláveis

Nos tempos que correm, em que as áreas de arrumação são cada vez mais exíguas, e portanto tudo tem de ser encastrável, dobrável e alinhável na mais pequena extensão de chão ou espaço aéreo que se consiga arranjar, nem que seja em prateleiras de onde se precipitam objectos que já nem nos lembrávamos que tínhamos, os barcos insufláveis constituem, digamos assim, uma opção de desporto náutico de “trazer debaixo do braço” (embora dependa, naturalmente, do tamanho do braço… e do barco).

Com efeito, trata-se de embarcações pequenas e leves, que podem representar o auxílio de outras maiores ou, de acordo com as suas características, proporcionar pequenas excursões, pescarias ou simples cruzeiros de lazer.

Atenção que os barcos insufláveis, à semelhança de bóias e outros artigos flutuantes, não evitam os afogamentos, pelo que devem ser tidos todos os cuidados a este nível.

Os barcos insufláveis são óptimos para quem pretenda aproximar-se de praias mais isoladas ou passear ao longo da costa marítima, de rios e lagoas sossegados.

Seja qual for o destino e o percurso, a vigilância é a palavra de ordem.

Estar atentos pode acelerar os reflexos e travar sérios dissabores, impedindo um fim semelhante ao das duas dúvidas que, não obstante nadarem, nadarem, nadarem, acabaram por se afogar por… não haver margem para dúvidas! Num âmbito distinto, a vigilância pode ser igualmente útil, no sentido de refrear a ousadia de alguns marinheiros, relativamente às incursões que levam a cabo por outras costas…


Rua Direita

Título: Barcos insufláveis

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:45:14

    Não sabia que existiam esses barcos insufláveis e já gostei. Para tudo, as pessoas conseguem inventar verdadeiras obras de arte e que são úteis!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Barcos insufláveis

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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