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Início > Textos > Categoria > Animais Estimação > Ragdoll, o bom gigante

Ragdoll, o bom gigante

Categoria: Animais Estimação
Visitas: 48
Comentários: 17
Ragdoll, o bom gigante

Para mim, quando se trata de falar acerca do tema “animais de estimação” nunca se torna difícil.
Rapidamente decido falar dos Ragdolls, uma raça de gatos pela qual me apaixonei há cerca de quatro anos, graças a uma bolinha de pêlo chamada Aléxia, e que actualmente é uma gata linda, com perto de 7 quilos e com uns doces olhos azuis.

Confesso que até então não era nada adepta de gatos. Todavia, com um marido que adora esses animais, decidi investigar e procurar uma raça que se adequasse a nós. Foi quando descobri os Ragdolls e, mais concretamente a Aléxia. Esta é uma raça ainda pouco conhecida no nosso país, mas com grande nome nos Estados Unidos.

O Ragdoll, é um dos gatos de maior porte do mundo, sendo conhecidos por “bons gigantes”. É um gato leal, dócil, afectuoso, de temperamento fácil, conhecido pelos seus olhos azuis irresistíveis e pelo pêlo longo e sedoso.

Miam pouco, não gostam de agitação, são sossegados e muito sociáveis, não se escondendo nem fugindo quando a casa se enche de gente.

De doçura extrema são tão fiéis que um dos seus hábitos é esperarem os donos à porta, e acompanharem-nos por toda a casa, como uma segunda sombra. E adoram a cama e o sofá dos donos.

São gatos muito cuidadosos com o local onde colocam as patas, não fazem estragos, não mordem e não arranham. São gatos que se dão extremante bem com crianças e idosos, justam,ente devido a este lado tão cuidadoso.

Por serem muito grandes, são considerados animais de chão, pois saltar o tempo todo não é definitivamente um atributo dos ragdolls. São gatos que fazem tudo o que os outros fazem, porém com menor frequência, só brincando e correndo quando têm vontade. O desporto favorito é mesmo uma boa soneca num qualquer sofá da casa.

O nome de Ragdoll, que em português significa “ boneca de trapo” vem do facto de quando os seguramos ao colo terem o hábito de ficarem moles e frágeis, tal qual uma boneca de trapo. Isto deve-se à sua atitude descontraída em relação às pessoas, em quem têm confiança plena, ao contrário das demais raças, que ficam tensas e desconfiadas em contacto com os humanos.

É uma raça híbrida porque não foi gerada espontaneamente pela natureza, mas sim por intervenção humana, mais concretamente pela criadora Ann Baker, que fez o cruzamento de um gato Angorá com sagrados da Birmânia.

Esta raça tem quatro cores base:
seal, blue, chocolate e lilás e três padrões: Colorpoint em que o corpo se apresenta mais claro que o focinho, as orelhas, a cauda e as patas; Mitted, os gatos têm luvas brancas nas extremidades das patas e Bicolor, que não é mais do que um colorpoint com branco na face, em forma de V invertido.

Certo é que esta raça nos conquistou. E de tal modo nos afeiçoámos a ela que, um ano depois, veio o Beethoven para nos fazer companhia aos três. E eles são os verdadeiros reis lá de casa



Catarina Bandeira

Título: Ragdoll, o bom gigante

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 48

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Comentários     ( 17 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatização

    18-10-2012 às 15:43:15

    Quero

    ¬ Responder
  • adelaide nascimento de souza

    01-08-2012 às 01:21:30

    oi eu tenho um gato ragdol macho e ele esta querendo namorar mas e dificil encontrar uma gata dessa raça sem ser casdtrada, se alguen souber de uma femea da raça ragdol pra cruzar entre em contato comigo, eu tenho uma persa qui esta no cio e ele fica querendo ela mas eu nao quero misturar as raças ,porisso estao separados quen souber dee alguma femea estarei esperando contato obrigada.

    ¬ Responder
  • Joel

    09-12-2012 às 12:40:54

    Eu tenho uma femea bicolor.
    Tenho interesse no acasalamento. Como faço?
    Onde vc mora?
    Eu moro em Belém do Para.
    Me mande fotos etc...

    ¬ Responder
  • Raquel CostaRaquel Costa

    08-03-2012 às 22:37:01

    Gostaria de ter um ragdoll mas só encontro contactos dos criadores do clube português de felinicultura e são todos longe de Braga.
    Alguém me pode dar um contacto de quem tenha ragdoll?
    Tive um gatinho que adoptei e morreu há pouco de doençaa e por isso estou desejosa por ter outro, mas agora quero escolher um ragdoll.
    Muito obrigada a quem me possa ajudar

    ¬ Responder
  • PaulaPaula

    26-06-2012 às 00:58:00

    Entre em contato com o Gatil Rivancats,você pode mandar um e-mail para: [email protected], achar no Twitter (@Rivancats) e no Facebook (Rivancats Ragdoll) ou ligar para (18)8146-1329.

    ¬ Responder
  • Rosa SáRosa Sá

    16-11-2011 às 15:53:25

    Olá! Eu tive um Ragdoll, mas a pessoa que mo deu infelizmente já não está entre nós. Sabe onde posso encontrar um? É de facto uma raça pouco conhecida em Portugal, mas para mim é a minha preferida de todas as que já tive.

    ¬ Responder
  • JanineJanine

    05-08-2011 às 21:13:05

    Eu amo gatos,tenho seis que moram comigo, dividimos a casa, são srd e adotados da rua, mas nem por isso são menos amados, pelo contrário eles são a alegria da casa.

    ¬ Responder
  • marcia borgesmarcia borges

    24-05-2011 às 01:11:51

    crio gatos dede pequena meus pai tem 4 e eu tenho 4 uma é siamesa as outras sao vira latas mas amo de paixão e minha filha de 4 anos tambem ama so fico preocupada com a toxopasmose sera que tem algum perigos para minha filha minhas gata so comem ração embora eu as tenha achado na rua. beijos se puder me respondam




    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojoyce ( ouro preto)MG

    05-09-2010 às 02:44:20

    oi!!! so queria dizer que adotei um ragdoll que estava na rua a mais de 3 anos e seu nome e chico, e ele e todo lindo e branco com um pedacinho da calda caramelo e estou com ele a menos de um mês e ele e muito docil e lindo,com esse olhos azuis, estou amando a idei de te_lo. beijos!!

    ¬ Responder
  • NataliNatali

    28-07-2010 às 05:38:23

    Eu tenho uma gata linda (Mel) ela é a mistura de um ragdoll (pai) com a mãe srd. Mas ela puxou o pai...ela foge um pouco a regra...Adora morder! Mas também é muito carinhosa me segue o tempo todo pela casa....Eu amo a mel!

    ¬ Responder
  • Fernanda LocatelliFernanda Locatelli

    03-10-2009 às 21:01:45

    Também sou louca por um gato dessa raça, mas não tenho esse valor todo. Se alguém souber de um com valor mais baixo ou até doação (é pedir d+ mesmo né) me avisa.
    Obrigada.

    ¬ Responder
  • Arlete EnsinasArlete Ensinas

    07-07-2009 às 20:05:47

    Tenho um gato maravilhoso, tem nove anos. Misticinho...a mãe é Persa e o pai Siamês, lindo, enorme e de pelagem branca. Meu companheiro...minha vida.

    ¬ Responder
  • gabi ribeirogabi ribeiro

    17-06-2009 às 01:07:21

    olá,tenho uma gatinha ela é muito bonita se chama Isabella
    todos daki de casa gostamos dela

    ¬ Responder
  • Dora DinisDora Dinis

    28-04-2009 às 23:01:44

    Olá... eu tambem tenho uma gata ragdoll que é a menina dos meus olhos. Eu simplesmente adoro a minha gata. Quero fazer somente um comunicado, não dêem a pilula ás gatas. Eu não sabia e cometi esse erro com a minha gata e apanhei um grande susto. Por favor, não façam isso nunca. Mais tarde ou mais cedo elas vão ter cancro.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDenise

    07-04-2009 às 01:45:14

    Eu queria muito um gatinho desse, mas é muito caro. .!! Se alguém conhecer algum lugar que seja mais barato vou ficar muito feliz...!! Meu e-mail é [email protected]

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoBetalina

    19-03-2009 às 12:14:35

    Gosto de gatos mas nunca tinha ouvido nada sobre esta espécie - ragdoll.

    Esclareceste me muito Catarina. Já aprendi mais sobre animais de estimação.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoOlga Faria R. da G. e Sousa

    17-03-2009 às 23:02:15

    Crio três maravilhosos gatos há aproximadamente 5 anos. Dou mimos, amor e muito carinho.

    Eles, fazem me companhia, estragam os moveis, sujãoo chão e por vezes arranhão-me.

    Talvez sai a perder, mas eu , adoro-os.

    ¬ Responder

Comentários - Ragdoll, o bom gigante

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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