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Início > Textos > Categoria > Animais Estimação > Ragdoll, o bom gigante

Ragdoll, o bom gigante

Categoria: Animais Estimação
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Comentários: 17
Ragdoll, o bom gigante

Para mim, quando se trata de falar acerca do tema “animais de estimação” nunca se torna difícil.
Rapidamente decido falar dos Ragdolls, uma raça de gatos pela qual me apaixonei há cerca de quatro anos, graças a uma bolinha de pêlo chamada Aléxia, e que actualmente é uma gata linda, com perto de 7 quilos e com uns doces olhos azuis.

Confesso que até então não era nada adepta de gatos. Todavia, com um marido que adora esses animais, decidi investigar e procurar uma raça que se adequasse a nós. Foi quando descobri os Ragdolls e, mais concretamente a Aléxia. Esta é uma raça ainda pouco conhecida no nosso país, mas com grande nome nos Estados Unidos.

O Ragdoll, é um dos gatos de maior porte do mundo, sendo conhecidos por “bons gigantes”. É um gato leal, dócil, afectuoso, de temperamento fácil, conhecido pelos seus olhos azuis irresistíveis e pelo pêlo longo e sedoso.

Miam pouco, não gostam de agitação, são sossegados e muito sociáveis, não se escondendo nem fugindo quando a casa se enche de gente.

De doçura extrema são tão fiéis que um dos seus hábitos é esperarem os donos à porta, e acompanharem-nos por toda a casa, como uma segunda sombra. E adoram a cama e o sofá dos donos.

São gatos muito cuidadosos com o local onde colocam as patas, não fazem estragos, não mordem e não arranham. São gatos que se dão extremante bem com crianças e idosos, justam,ente devido a este lado tão cuidadoso.

Por serem muito grandes, são considerados animais de chão, pois saltar o tempo todo não é definitivamente um atributo dos ragdolls. São gatos que fazem tudo o que os outros fazem, porém com menor frequência, só brincando e correndo quando têm vontade. O desporto favorito é mesmo uma boa soneca num qualquer sofá da casa.

O nome de Ragdoll, que em português significa “ boneca de trapo” vem do facto de quando os seguramos ao colo terem o hábito de ficarem moles e frágeis, tal qual uma boneca de trapo. Isto deve-se à sua atitude descontraída em relação às pessoas, em quem têm confiança plena, ao contrário das demais raças, que ficam tensas e desconfiadas em contacto com os humanos.

É uma raça híbrida porque não foi gerada espontaneamente pela natureza, mas sim por intervenção humana, mais concretamente pela criadora Ann Baker, que fez o cruzamento de um gato Angorá com sagrados da Birmânia.

Esta raça tem quatro cores base:
seal, blue, chocolate e lilás e três padrões: Colorpoint em que o corpo se apresenta mais claro que o focinho, as orelhas, a cauda e as patas; Mitted, os gatos têm luvas brancas nas extremidades das patas e Bicolor, que não é mais do que um colorpoint com branco na face, em forma de V invertido.

Certo é que esta raça nos conquistou. E de tal modo nos afeiçoámos a ela que, um ano depois, veio o Beethoven para nos fazer companhia aos três. E eles são os verdadeiros reis lá de casa



Catarina Bandeira

Título: Ragdoll, o bom gigante

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 17 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatização

    18-10-2012 às 15:43:15

    Quero

    ¬ Responder
  • adelaide nascimento de souza

    01-08-2012 às 01:21:30

    oi eu tenho um gato ragdol macho e ele esta querendo namorar mas e dificil encontrar uma gata dessa raça sem ser casdtrada, se alguen souber de uma femea da raça ragdol pra cruzar entre em contato comigo, eu tenho uma persa qui esta no cio e ele fica querendo ela mas eu nao quero misturar as raças ,porisso estao separados quen souber dee alguma femea estarei esperando contato obrigada.

    ¬ Responder
  • Joel

    09-12-2012 às 12:40:54

    Eu tenho uma femea bicolor.
    Tenho interesse no acasalamento. Como faço?
    Onde vc mora?
    Eu moro em Belém do Para.
    Me mande fotos etc...

    ¬ Responder
  • Raquel CostaRaquel Costa

    08-03-2012 às 22:37:01

    Gostaria de ter um ragdoll mas só encontro contactos dos criadores do clube português de felinicultura e são todos longe de Braga.
    Alguém me pode dar um contacto de quem tenha ragdoll?
    Tive um gatinho que adoptei e morreu há pouco de doençaa e por isso estou desejosa por ter outro, mas agora quero escolher um ragdoll.
    Muito obrigada a quem me possa ajudar

    ¬ Responder
  • PaulaPaula

    26-06-2012 às 00:58:00

    Entre em contato com o Gatil Rivancats,você pode mandar um e-mail para: [email protected], achar no Twitter (@Rivancats) e no Facebook (Rivancats Ragdoll) ou ligar para (18)8146-1329.

    ¬ Responder
  • Rosa SáRosa Sá

    16-11-2011 às 15:53:25

    Olá! Eu tive um Ragdoll, mas a pessoa que mo deu infelizmente já não está entre nós. Sabe onde posso encontrar um? É de facto uma raça pouco conhecida em Portugal, mas para mim é a minha preferida de todas as que já tive.

    ¬ Responder
  • JanineJanine

    05-08-2011 às 21:13:05

    Eu amo gatos,tenho seis que moram comigo, dividimos a casa, são srd e adotados da rua, mas nem por isso são menos amados, pelo contrário eles são a alegria da casa.

    ¬ Responder
  • marcia borgesmarcia borges

    24-05-2011 às 01:11:51

    crio gatos dede pequena meus pai tem 4 e eu tenho 4 uma é siamesa as outras sao vira latas mas amo de paixão e minha filha de 4 anos tambem ama so fico preocupada com a toxopasmose sera que tem algum perigos para minha filha minhas gata so comem ração embora eu as tenha achado na rua. beijos se puder me respondam




    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojoyce ( ouro preto)MG

    05-09-2010 às 02:44:20

    oi!!! so queria dizer que adotei um ragdoll que estava na rua a mais de 3 anos e seu nome e chico, e ele e todo lindo e branco com um pedacinho da calda caramelo e estou com ele a menos de um mês e ele e muito docil e lindo,com esse olhos azuis, estou amando a idei de te_lo. beijos!!

    ¬ Responder
  • NataliNatali

    28-07-2010 às 05:38:23

    Eu tenho uma gata linda (Mel) ela é a mistura de um ragdoll (pai) com a mãe srd. Mas ela puxou o pai...ela foge um pouco a regra...Adora morder! Mas também é muito carinhosa me segue o tempo todo pela casa....Eu amo a mel!

    ¬ Responder
  • Fernanda LocatelliFernanda Locatelli

    03-10-2009 às 21:01:45

    Também sou louca por um gato dessa raça, mas não tenho esse valor todo. Se alguém souber de um com valor mais baixo ou até doação (é pedir d+ mesmo né) me avisa.
    Obrigada.

    ¬ Responder
  • Arlete EnsinasArlete Ensinas

    07-07-2009 às 20:05:47

    Tenho um gato maravilhoso, tem nove anos. Misticinho...a mãe é Persa e o pai Siamês, lindo, enorme e de pelagem branca. Meu companheiro...minha vida.

    ¬ Responder
  • gabi ribeirogabi ribeiro

    17-06-2009 às 01:07:21

    olá,tenho uma gatinha ela é muito bonita se chama Isabella
    todos daki de casa gostamos dela

    ¬ Responder
  • Dora DinisDora Dinis

    28-04-2009 às 23:01:44

    Olá... eu tambem tenho uma gata ragdoll que é a menina dos meus olhos. Eu simplesmente adoro a minha gata. Quero fazer somente um comunicado, não dêem a pilula ás gatas. Eu não sabia e cometi esse erro com a minha gata e apanhei um grande susto. Por favor, não façam isso nunca. Mais tarde ou mais cedo elas vão ter cancro.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDenise

    07-04-2009 às 01:45:14

    Eu queria muito um gatinho desse, mas é muito caro. .!! Se alguém conhecer algum lugar que seja mais barato vou ficar muito feliz...!! Meu e-mail é [email protected]

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoBetalina

    19-03-2009 às 12:14:35

    Gosto de gatos mas nunca tinha ouvido nada sobre esta espécie - ragdoll.

    Esclareceste me muito Catarina. Já aprendi mais sobre animais de estimação.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoOlga Faria R. da G. e Sousa

    17-03-2009 às 23:02:15

    Crio três maravilhosos gatos há aproximadamente 5 anos. Dou mimos, amor e muito carinho.

    Eles, fazem me companhia, estragam os moveis, sujãoo chão e por vezes arranhão-me.

    Talvez sai a perder, mas eu , adoro-os.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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