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Início > Textos > Categoria > Alimentação > A origem do Croissant

A origem do Croissant

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Visitas: 304
Comentários: 14
A origem do Croissant

O croissant, a especialidade cujo nome significa “meia-lua” é o pão de massa folhada mais famoso em todo o mundo, tendo muitos adeptos que não lhe resistem.

Porém, e ao contrário do que muitos pensam, a sua origem não está em terras francesas, mas sim na Áustria. A sua origem é mesmo considerada uma das grandes lendas de todos os tempos.

Reza pois a lenda que esta especialidade foi inventada por volta de 1683 em Viena de Áustria – por essa altura, o Império Otomano tentava aumentar as suas possessões na Europa. Como não conseguiam entrar nas portas da cidade de Viena, o exército decidiu que, durante algumas noites iriam escavar um túnel até ao centro da cidade.
Todavia, não contavam com os padeiros de Viena, que permaneciam acordados durante a noite para que de manhã houvesse pão fresco em todas as mesas. Ora, os padeiros ouviram barulho e deram o alarme, o que fez com que os turcos não tivessem êxito na sua tentativa de conquistar a cidade.

Os padeiros não quiseram nenhuma recompensa a não ser o direito exclusivo a criar algo que comemorasse a vitória sobre o inimigo. Decidiram criar uns pãezinhos folhados em forma de meia-lua, símbolo representado na bandeira turca: assim, os vienenses tinham a oportunidade de, ao comer este pão, poderem destruir o símbolo dos inimigos. Este pãozinho ficou conhecido por “Viennoiserie”.

Só mais tarde, por volta de 1770 é que o croissant chegou à território francês, através de Maria Antonieta, austríaca de nascença e que se tornou Rainha de França. Este era um pãozinho que a mesma adorava e como tal levou-o consigo para o país que a acolheu. Por lá, rapidamente se tornou popular e foi por essas terras que tomou o nome por que hoje é conhecido em todo o mundo.

Hoje, o croissant é uma presença assídua nos pequenos-almoços das famílias francesas, e vendido em todas as padarias e ruas de França.

E aqui para nós: mesmo não sendo francês, quem é que consegue resistir ao bom aspecto de um croissant fofo e macio, com uma crosta crocante, e uma bela cor dourada? É mesmo de dar água na boca! Ao pequeno-almoço, ou ao lanche, simples ou com chocolate, doce de ovos ou compota de frutos, ou ainda com mel, um croissant sabe sempre tão bem!

Catarina Bandeira

Título: A origem do Croissant

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 14 )    recentes

  • Luiz Quintanilha

    19-08-2013 às 01:07:08

    Procuro a receita original de croissants. Já tentei quatro receitas e nenhuma ficou parecida com os que degustei em Paris.

    ¬ Responder
  • alannys

    22-06-2013 às 12:47:10

    ou mais que cosa

    ¬ Responder
  • Regiane

    26-10-2012 às 07:40:12

    O significado da palavra "croissant", de origem francesa, não seria "crescente"?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAdriana dos Santos da Silva

    13-09-2012 às 22:57:12

    Os lanches salgados sempre foram os meus preferidos. Em especial, esses croissants fazem minha alegria quando bate aquela torrente fome. São saborosos, sua massa é agradável e dependendo do seu recheio que pode ser de queijo, presunto e até mista, renovam nossas energias sempre que a comemos. A sua origem é bem interessante, nos remota a um povo francês. Os brasileiros também possuem uma variedade de gostos e preferências que se adaptam a qualquer sabor.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 14:05:12

    Simplesmente adorei o seu texto. Eu adoro conhecer lendas, e esta é, simplesmente, deliciosa, não só pelo tema, mas também pela referência histórica. Para mim, conjugar lendas e História é a combinação ideal para me chamar a atenção. Para completar a sua escrita é muito boa, muito assertiva. Li o texto num só fôlego. Estava atraída pela lenda. Acho que um escritor, um bom escritor, passa por atrais o público com a sua escrita.

    ¬ Responder
  • MarisagonçalvesAna Maria

    05-07-2012 às 15:25:05

    não encontrei a resposta que procurava.gostaria de saber mais ou menos o ano que começou a ser comercializado em Portugal, o croissant.

    ¬ Responder
  • marcantoniomarcantonio

    14-02-2012 às 16:09:42

    @fabiano sousa
    ahahahahahahahahahahahahahah nao nao é

    ¬ Responder
  • soniasonia

    14-02-2012 às 00:40:24

    alguém pode me dizer, se o croissant pode ser de sal.

    ¬ Responder
  • fabiano sousa

    28-12-2011 às 20:40:20

    o croissant e estraordinariamente o melhor pão de massa folhada que existe

    ¬ Responder
  • ThaisThais

    20-10-2011 às 21:11:03

    Não achei a informação que procurava !
    Mais o texto está muito bom.

    ¬ Responder
  • pedropedro

    06-11-2010 às 01:08:49

    Muito bom

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFernanda Ribeiro

    26-08-2010 às 01:31:24

    ameeeei super hiper megal legal
    contribuiu muito para o meu trabalho

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAntonio Neves

    18-03-2009 às 23:12:48

    Eu sou português e tambêm como croissant. Amigo Pierre que não acha confusão, em portugal há croissant, ok?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoPierre Grunftez

    18-03-2009 às 11:48:12

    Je suis françes e toda a minha vida comi e como todos os dias croissant.
    Muito, muito obrigado, por homenagiares o croissant.

    Quentinho, com pouco de manteiga e fatia de fiambre, olálá... e simplesmente com chocolate,...divinal.

    Merci!

    ¬ Responder

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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