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Racismo na Copa 2014 não será tolerado!

Categoria: Desporto
Racismo na Copa 2014 não será tolerado!

Uma das investidas da FIFA nesta Copa do Mundo 2014 no Brasil é a luta contra o racismo. Sabemos que o racismo existe em qualquer lugar, dentro de qualquer povo e também é um assunto bem polêmico de se tratar. A verdade é que todos somos iguais e não há distinção de cor ou o desprezo por ser daquela raça, etnia.

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, fez um pronunciamento em favor do jogador lateral-direito do Brasil, Daniel Alves, que sofreu um ato de racismo em seu último jogo entre Barcelona e Villarreal. Na partida em campo ainda, um dos torcedores jogou uma banana no gramado e prontamente Daniel Alves a comeu, como resposta à ofensa feita contra ele.

"O que Daniel Alves teve de tolerar no último domingo foi revoltante. Nós precisamos nos unir e brigar contra a discriminação de todas as formas. Haverá uma política de tolerância zero na Copa do Mundo", disse Joseph Blatter, através da redes sociais.

Também através da internet, a presidente Dilma Rousseff reiterou o discurso, salientando a campanha lançada pelo companheiro de clube e camisa 10 da seleção brasileira, Neymar Júnior.

"O jogador Daniel Alves deu uma resposta ousada e forte ao racismo no esporte. Diante de uma atitude que infelizmente tem se tornado comum nos estádios, Daniel Alves teve atitude.

Em seu apoio, Neymar Júnior lançou a campanha #SomosTodosMacacos para mostrar que temos todos a mesma origem e que nada nos difere, a não ser nossa tolerância com o outro. O Brasil na Copa das Copas levanta a bandeira do combate à discriminação racial. Vamos mostrar que nossa força, no futebol e na vida, vem da nossa diversidade étnica e dela nos orgulhamos”, concluiu Dilma.

Já não se fala em outra coisa a respeito desse ocorrido. Muitas pessoas já prestaram apoio aos jogadores e a sua atitude que determinaram como “certa”. O ato de discriminação já vem ocorrendo com outros jogadores do Brasil e recentemente, o jogador Neymar Júnior sofreu também um ato de racismo. Por essas e outras é que todos estão contra o racismo seja para mostrar nessa Copa no Brasil, seja para deixar o exemplo para outros países.


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Título: Racismo na Copa 2014 não será tolerado!

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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