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Lacrosse - aprenda a controlar a bola

Categoria: Desporto
Comentários: 2
Lacrosse - aprenda a controlar a bola

O lacrosse, ou futebol com sticks, nasceu na América do Norte, no século XV. Não muito disseminado na Europa, conjuga força, velocidade, controlo da bola e aptidão para jogar em equipa. O esforço conjunto visa inserir uma pequena bola numa baliza, utilizando uns sticks com uma rede no topo.

Foi engendrado pelos índios, que lhe atribuíram o extenso nome de dehuntshigwa’e, designando algo como «homens batendo num objecto redondo». Os colonos franceses deram-lhe a actual denominação, que derivará, presumivelmente, da frase: Le jeu de la crosse (o jogo dos bastões).

Nos primórdios, os jogos eram assaz violentos, chegando a registar-se mortos em campo. As batalhas estendiam-se em duração, podendo atingir os três dias, e em número de jogadores (500 a 1000). Recorria-se ao lacrosse para solucionar contendas e para adestrar jovens soldados. Inicialmente, as bolas eram de couro, madeira ou pedra, usando-se, igualmente, crânios das tribos inimigas dissecados.

No século XIX, os Franceses aperfeiçoaram este desporto, tornando-o mais civilizado. Em 1867, um dentista canadiano, William Beers, concebeu um regulamento, encurtando o tempo de jogo e limitando os jogadores a dez por equipa (12 em femininos).

No lacrosse de homens ao ar livre, cada equipa possui três atacantes, que só marcam golos; três médios, que tanto podem marcar golos como defender a sua baliza; três defesas, cujo papel é, unicamente, defender; e um guarda-redes. A finalidade do grupo é marcar golos, metendo uma bolinha de borracha sólida numa baliza. Para tal, usam sticks, que podem ser curtos (pouco mais de um metro), normalmente empregues pelos avançados e médios por serem mais manobráveis, ou longos (entre 132,08 e 182,88 centímetros), aproveitados pelos defesas e guarda-redes por terem tamanho superior e protegerem melhor a baliza. As balizas são quadradas (1,80 x 1,80 metros), e ficam dentro de uma área circular, com cinco metros e meio de diâmetro.

Os golos são válidos se todos os elementos da equipa estiveram no meio-campo adversário. Sendo o contacto físico consentido – corpo contra corpo e stick contra stick. A falta só se comete em caso de stick contra corpo –, os atletas trazem capacetes e luvas e, geralmente, ombreiras, cotoveleiras, joelheiras, protecções para as costelas…

O jogo começa com um “frente-a-frente” semelhante ao do hóquei, com a bola no chão e dois jogadores a disputá-la com o stick. Apanham a bola e passam-na pelo ar até chegarem à baliza adversária. Podem correr com a bola guardada no stick e, inclusive, chutá-la (no lacrosse feminino o pontapé não é permitido).

O ritmo é rápido e a média é de dez a vinte golos por partida. O relógio não pára, excepto quando o árbitro considera que a perda de tempo será excessiva, nos derradeiros três minutos da última parte do jogo.

Não obstante a “velhice” do lacrosse, somente em 2001 teve lugar a realização da primeira edição do único campeonato profissional do mundo – o MLL (Major League Lacrosse), nos Estados Unidos.



Maria Bijóias

Título: Lacrosse - aprenda a controlar a bola

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Smithg986

    14-10-2015 às 20:14:42

    Enjoyed examining this, very good stuff, thankyou . While thou livest keep a good tongue in thy head. by William Shakespeare. kgddkeeaakebbedd

    ¬ Responder
  • CarlosCarlos

    19-10-2009 às 11:21:24

    E ai. Eu adoro o jogo do stick de luta,ele é muito legal voces não acham?

    ¬ Responder

Comentários - Lacrosse - aprenda a controlar a bola

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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