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A expansão do futsal

Categoria: Desporto
Comentários: 1
A expansão do futsal

O futsal é uma modalidade desportiva em acelerada evolução a nível mundial, ocupando um pouco da quota-parte da hegemonia do futebol que tem sido característica do paradigma de pensamento geral a nível mundial. O futsal tem chamado bastante a atenção do público em geral porque alem do espectáculo que proporciona através de mais emoção conseguida por imensos golos e impressionantes reviravoltas, este tem uma vantagem indiscutível relativamente ao desporto rei, é financeiramente muito menos exigente, e é sobre este factor que me vou debruçar.

Apesar de também exigir bastantes gastos, comparativamente ao futebol, estes são mínimos, este facto é facilmente observável, começando logo pelo número de atletas que é muito mais diminuto, um plantel de uma equipa de futsal tem cerca de quinze atletas enquanto que um plantel de uma equipa de futebol tem pelo menos vinte e dois jogadores, aqui constata-se logo uma diminuição dos gastos a constituir uma equipa, alem disso um atleta da modalidade de bom nível exige uma remuneração muito mais baixa que um atleta do desporto rei do mesmo nível. Prosseguindo, as infra-estruturas necessárias para a prática da modalidade são bastante menos dispendiosas no futsal, quer a nível de construção quer ao nível da manutenção que é inevitável ao longo do tempo, alem disso uma equipa de futsal de alta competição necessita apenas de um pavilhão para efectuar os seus treinos e jogos, por outro lado uma equipa profissional de futebol alem do seu estádio, necessita do seu campo de treinos e por vezes do centro de estágio, infra-estruturas que exigem muito mais gastos.

A nível de patrocinadores, cada vez mais as modalidades se começam a equiparar, apesar da ainda supremacia do futebol, contudo com a população a aderir em massa ao futsal, (facto que se deve também a o espectáculo do futebol se encontrar cada vez mais deteriorado devido a todos os seus intervenientes muitas vezes terem falta de profissionalismo) as marcas que procuram visibilidade vêem novas oportunidades nesta modalidade em ascensão. No fim de contas, o desporto rei continua a ter mais receitas publicitárias, derivadas dos marketing, dos direitos televisivos e da sua projecção ser ainda maior, mas até que ponto compensam os exagerados gastos que este acarreta? Até quando haverá fundos para os sustentar? Qual o impacto que o futsal criará na modalidade? Será precisa uma “reforma” na forma de gerir financeiramente e de rentabilizar este desporto?

Vitor Costa

Título: A expansão do futsal

Autor: Vitor Costa (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    02-07-2014 às 00:58:51

    O futsal é uma modalidade que cresceu muito em todo o mundo. Hoje temos campeonatos espalhados e todos adoram. É muito bom!!

    ¬ Responder

Comentários - A expansão do futsal

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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