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Dicas para a manutenção de um piano

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Dicas para a manutenção de um piano

Para manter um piano nas melhores condições, é preciso ter alguns cuidados básicos e não descurar outros tantos procedimentos. A afinação regular deste instrumento (de preferência, três a quatro vezes por ano) e a calibragem ou regulação (que consiste no ajuste de todas as partes internas da maquinaria, como a igualação do peso do teclado, de escapes, martelos, apagadores, pedais, etcétera) são essenciais, e levados a cabo por um técnico, poderão evitar problemas futuros no piano. Muita gente fica surpreendida ao constatar como deveria ser o som do piano durante os anos em que a regulação não foi efetuada.

As eventuais reparações a fazer, embora possam parecer simples, revelam-se, muitas vezes, mais dispendiosas, porque um pequeno engano custa bastante caro. Um profissional especializado terá as ferramentas apropriadas e o conhecimento necessário para realizar essa tarefa da melhor forma.

Os pianos não devem estar perto de aparelhos de ar condicionado e de aquecimento, lareiras, radiadores e ventiladores de ar quente, nem ser sujeitos a variações súbitas de temperatura e humidade; aquecendo demasiado a divisória que o alberga, a humidade condensa-se nas cordas e noutras partes metálicas (podendo originar oxidação). Para proteger do frio um piano de cauda, é conveniente recorrer a um cobertor de pianos, à venda em lojas da especialidade. As variações de temperatura e de humidade podem ser controladas com uma estação meteorológica, que fornece informação acerca de ambas. Uma humidade relativa entre os 40 e os 60 por cento é o ideal. Ligar um desumidificador no compartimento onde o piano se encontra ou comprar um desumidificador especial para instalar no interior do piano são formas de combater o excesso de humidade.

Do mesmo modo, é importante manter o instrumento resguardado da incidência solar, passível de danificar os acabamentos e, inclusive, de alterar a afinação. Mudar o piano de sítio ou usar cortinas grossas nas janelas são opções de proteção.

Plantas, vasos, bebidas e qualquer outro líquido devem ser mantidos longe do piano, sob pena de arriscar danos irreversíveis. Os produtos de limpeza também estão interditos. Polidores, óleos e afins são suscetíveis de provocar estragos no revestimento ou contaminar a madeira, independentemente do que digam os rótulos. Quando houver necessidade de uma higiene mais profunda, há que pedir informações ao técnico sobre os melhores produtos, pois existem uns quantos específicos para o efeito.

O piano não é uma mesa nem um carrinho de apoio, pelo que servir-se dele para colocar objetos não é boa ideia. Os riscos formados explicam porquê. Até para limpar o pó, é aconselhável removê-lo primeiro com um espanador e só depois passar com um pano de algodão macio a transitar no sentido dos grãos de pó. De ressalvar a conveniência de se usarem panos diferentes para as teclas pretas e brancas.

As traças parecem apreciar sobremaneira o feltro e os panos que o piano contém, deliciando-se sobretudo com os feltros de alta densidade das cabeças dos martelos. Colocar um recipiente com umas bolas de naftalina dentro do piano será suficiente para afastar traças, larvas e outra bicharada.

Finalmente, há que fechar sempre a tampa do piano depois de tocar. De “boca” aberta, multiplicam-se as probabilidades de “engasgamento”…


Maria Bijóias

Título: Dicas para a manutenção de um piano

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • Tania

    22-09-2014 às 19:32:42

    Uma das teclas do meu piano está "enroscando" ou seja, quando toco ela não volta.... sabe me dizer o que poderia estar acontecendo?
    Obrigada

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    24-09-2014 às 02:36:49

    Olá, pode ser apenas alguma sujeira, pedaço de algo, então, tente passar um palito fino ou limpe-o. Pode ser também sujeira, poeira.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Tania

    24-09-2014 às 15:01:03

    Obrigada pela dica!!!

    ¬ Responder
  • Marínalvas Valentim

    28-07-2014 às 21:40:38

    Ganhei um piano e as teclas estão desencapadas onde encontrar um jogo de teclas por um preço acessível.

    ¬ Responder
  • Kaká Ferreira

    07-09-2013 às 02:29:53

    PRECISO DE UM ORÇAMENTO PARA REFORMA DO MEU PIANO M. CHWARTZMANN - AS TECLAS ESTÃO MUITO AMARELAS, E TRÊS ESTÃO TRAVANDO.
    GOSTARIA DE SABER SE HÁ POSSIBILIDADE DE DEIXAR O TECLADO BRANCO E TAMBÉM GOSTARIA DE UM VERNIZ NO MÓVEL.

    Estou no Bairro Bela Vista em São Paulo - SP
    Rua João Passalaqua, 189 apto. 21

    Muito obrigado.

    ¬ Responder
  • Octavio PintoOctavio Pinto

    06-10-2010 às 17:06:57

    Preciso de reparar/substituir as cabeças dos martelos de um piano velho vertical.A maior parte está roída pelas traças.Onde posso comprar feltro denso para aplicar nos espaços em falta? Ou substituir as cabeças?
    M.cumprimentos
    V.P.

    ¬ Responder
  • Ricardo L. vieiraRicardo L. vieira

    16-07-2010 às 20:30:26

    desejo comprar desumificadores para pianos.
    como fazer?

    ¬ Responder

Comentários - Dicas para a manutenção de um piano

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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