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Início > Textos > Categoria > Instrumentos Musicais > Os Segredos de um Acordeão

Os Segredos de um Acordeão

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Os Segredos de um Acordeão

Quando vemos um acordeão, imaginamos logo um grupo musical tipicamente Português. Aquele típico grupo musical que alegra as festas lá da terra, e põe toda a gente a dançar.

Um acordeão é à primeira vista um instrumento difícil de tocar, e quem diz á primeira, diz à segunda ou à terceira. O acordeão é de facto um instrumento complicado de tocar devido não só ao dedilhar necessário, mas também pela sua forma e peso.

O acordeão é um instrumento aerófono (produzido pela vibração do ar), composto por um fole (a característica que mais o identifica), um diapasão (parte metálica em forma de forquilha) e duas caixas harmónicas de madeira.

Se acha que esta é uma forma de descrever o acordeão, saiba que há muito mais para contar.

Também conhecido por concertina (a diferença está no número de baixos que são 120), julga-se que o acordeão tenha sido inventado na China em 2700 anos Antes de Cristo e sofreu os mais variados desenvolvimentos com o passar dos anos de forma a que muitos pensam que tenha sido inventado na Alemanha de 1700 por Christien Friederich Ludwig Buschmann.

O inconfundível som do acordeão é emitido através do aperto do ar entre duas palhetas (ficam localizadas dentro do fole – Castelo). É a vibração das palhetes que emite um som mais grave ou mais agudo (quanto mais distantes, mais grave se torna o som). Naturalmente que quanto mais o ar for forçado, mais alto é o som. Se já reparou que um acordeonista está permanentemente a fazer abrir e fechar o fole, saiba que este gesto é o que faz circular o ar dentro do fole.

Por norma um acordeão tem quatro registos, sendo composta por diferentes oitavas para uma só tecla (parte lateral do acordeão) São estas teclas, as responsáveis pelo som inconfundível do acordeão. O teclado é tocado com a mão direita e tem o mesmíssimo aspecto de um teclado de um piano.

Ora se com a mão direita se toca no teclado, com a mão esquerda temos uma imensidão de botõezinhos em fila indiana. Os botões têm a função de produzir a sonoridade e intensidade do som emitido pelo acordeão.

Se acha que o acordeão ou a concertina são instrumentos tipicamente Portugueses e tocados nas chamadas Santas Terrinhas, engana-se. Tchaikovsky (compositor romântico Russo – 1840 / 1893) foi um dos muitos compositores que trabalhou peças com o acordeão.


Carla Horta

Título: Os Segredos de um Acordeão

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Orin Zebest

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • André BelacorçaAndré Belacorça

    17-09-2012 às 17:02:31

    muito bom :)

    ¬ Responder
  • Alberto

    04-09-2012 às 12:46:42

    É no mínimo "tosco" dizer que o Tchen é um acordeão. O acordeão foi inventado por Buschmann, mas ele não fez isso sozinho - diversos artesões estavam empenhados nesta época, o que contribuiu para que o Buschmann apresentasse a primeira forma consistente deste instrumento maravilhoso. Mais tarde, Cyrill Demian, austríaco, patenteou o invento, já com inúmeras melhorias. Foi, no entanto, Demian o primeiro divulgador deste instrumento, tanto que o então jovem Paolo Soprani, italiano, se interessou em reproduzir o "novo invento". A influência de Paolo Soprani foi enorme, pois em Ancona, Itália, temos a maior concentração de confeccionadores de acordeão e bandoneon no mundo - e de qualidade indiscutível. Na Alemanha, no entanto, precursora no instrumento, existem poucos fabricantes, mas de excelente qualidade. Outros países como a Eslovênia, Holanda e França também dominam bem a arte. No Brasil tivemos a Todeschini, que em seu auge, chegou a produzir 1500 acordeões de altíssima qualidade.

    Enfim, os chineses inventaram o mecanismo da palheta livre, mas não são os inventores do acordeão.

    ¬ Responder

Comentários - Os Segredos de um Acordeão

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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